A gestão Trump gastou mais de 30 milhões de dólares para enviar imigrantes para países distantes que não são seus, incluindo, em alguns casos, remunerar mais de 1 milhão de dólares por pessoa, diz um novo relatório do presidente democrata da Percentagem de Relações Exteriores do Senado.
Em outros casos, o relatório alega que a gestão pagou para deportar os imigrantes para um país terceiro e pagou novamente para devolvê-los ao seu país de origem.
O relatório, divulgado nesta sexta-feira (13), diz que a gestão assinou os acordos de cumeeira dispêndio para o retorno de “números relativamente pequenos de nacionais de países terceiros”.
O relatório, liderado pela Senadora Jeanne Shaheen, integrante do Comitê de Relações Exteriores do Senado, oferece uma das análises mais abrangentes sobre os acordos de deportação com países terceiros da gestão, em seguida críticas de que o governo tem sido vago sobre os detalhes desses acordos.
O governo de Trump prosseguiu com os acordos uma vez que segmento da sua agenda de deportação, argumentando que os imigrantes deportados para países terceiros não teriam sido aceitos pelos seus países de origem.
As relações diplomáticas historicamente frouxas têm dificultado para os EUA o retorno de certos cidadãos aos seus países de origem.
Nos termos dos acordos, os países concordam – muitas vezes por moeda, obséquio político ou ambos – em concordar imigrantes dos EUA que não sejam cidadãos desses países.
Muitos dos esforços para deportar estes nacionais de países terceiros foram confrontados com desafios jurídicos.

De congraçamento com o relatório, a gestão tem um congraçamento com ou enviou cidadãos de países terceiros para mais de 20 países e está buscando acordos com dezenas de outros.
O relatório minoritário também foi assinado pelos Senadores Chris Coons, Tim Kaine, Tammy Duckworth, Jacky Rosen e Chris Van Hollen.
O documento mostra que “os custos totais das deportações de países terceiros da gestão Trump até janeiro de 2026 são desconhecidos, mas provavelmente ultrapassam os 40 milhões de dólares”.
Acordos com cinco governos – Guiné Equatorial, Ruanda, El Salvador, Eswatini e Palau – custaram mais de 32 milhões de dólares, sendo grande segmento desse financiamento fornecido “uma vez que pagamentos fixos, muitas vezes antes da chegada de qualquer pátrio de um país terceiro”, segundo o relatório.
Os cinco países que receberam os pagamentos de milhões de dólares só receberam coletivamente tapume de 300 nacionais de países terceiros dos EUA.
O relatório observa que a gestão usa frequentemente aeronaves militares de cumeeira dispêndio para deportar imigrantes, mesmo para voos com somente um pequeno número de pessoas.
“A Gestão Trump gastou mais de 7,2 milhões de dólares em voos de deportação de países terceiros até janeiro de 2026 para pelo menos dez países, com custos reais provavelmente muito mais altos”, afirma o relatório.
O relatório diz que se baseia “em uma revisão dos acordos até janeiro de 2026, viagens da equipe aos países relevantes e reuniões e notícia com funcionários dos EUA, oficiais do governo estrangeiro, organizações de direitos humanos, deportados e advogados”.
Um assessor do comitê democrata disse que eles levantaram uma série de questões para a gestão em compromissos limitados.
Embora a gestão tenha fornecido informações em alguns casos, não informou o comitê sobre os acordos em universal, disse o assessor.
O porta-voz adstrito do Departamento de Estado, Tommy Pigott, disse que “ao contrário do que eles poderiam ter esperado, levante relatório somente destaca grande segmento do trabalho sem precedentes que a gestão Trump tem feito para utilizar nossas leis de imigração.”
“Não se enganem, o presidente Trump pôs termo à era de imigração proibido em volume de Biden, e estamos todos mais seguros com isso”, disse ele em um expedido.
A CNN entrou em contato com o Departamento de Segurança Interna em procura de um posicionamento.
‘O objetivo é assustar as pessoas’
E “a partir de janeiro de 2026, mais de oitenta por cento dos migrantes enviados para países terceiros que os Estados Unidos pagaram para recebê-los já retornaram ao seu país de origem, ou estão em processo de fazê-lo”, afirma o relatório.
Dos cinco países que receberam os pagamentos de milhões de dólares de nacionais de países terceiros, El Salvador recebeu o maior número de pessoas deportadas.
Muro de 250 foram enviados para aquele país, que recebeu uma doação de US$4,76 milhões para encarcerar os deportados, que a gestão alegou terem laços com a organização criminosa Tren de Aragua.
Os supostos laços foram refutados por familiares e em litígio.
A CNN informou em abril pretérito que o subvenção era “para fornecer fundos a serem usados pelas agências de emprego da lei e penitenciárias salvadorenhas para suas necessidades de emprego da lei, que incluem os custos de detenção dos 238 membros do Tren de Aragua recentemente deportados para El Salvador”, segundo um documento interno.
Um juiz federalista na quinta-feira (12) ordenou que o governo Trump comece a implementar sua exigência de dar aos venezuelanos ilegalmente deportados para El Salvador no ano pretérito, sob a Lei de Inimigos Estrangeiros, uma chance de contrariar sua remoção, incluindo trazer pelo menos alguns deles de volta aos EUA para processos judiciais.
No entanto, somente 51 pessoas foram enviadas para os outros quatro países em janeiro de 2026, segundo o relatório.
Ruanda, que supostamente recebeu 7,5 milhões de dólares do governo dos EUA, somente levou sete nacionais de países terceiros, o que significa que cada pátrio deportado custou mais de 1 milhão de dólares em moeda dos contribuintes norte-americanos, segundo o relatório.
Palau não recebeu nenhum pátrio de um país terceiro, embora o relatório diga que eles receberam um pagamento de US $7,5 milhões da gestão.
Os esforços para pressionar o governo de Palau a concordar cidadãos de países terceiros encontraram possante resistência dos locais.
Quando se trata dos países distantes de Palau e Eswatini, um funcionário dos EUA teria dito ao comitê que “o ponto é que a gestão pode ameaçar as pessoas de que elas serão literalmente jogadas no meio do zero”.
“O objetivo é assustar as pessoas”, disse o funcionário.

De congraçamento com o relatório, um funcionário dos EUA disse em privado à percentagem que a gestão “às vezes paga ao país para levar pessoas, voando-as até lá e depois pagando para levá-las ao seu país de origem”.
Em um desses casos, um cidadão mexicano foi deportado dos EUA para o Sudão do Sul, somente para ser levado de volta ao México, diz o relatório.
Em outro caso, um jamaicano que tinha ordens judiciais para retornar ao seu país de origem foi enviado para Eswatini – o que, segundo o relatório, custou mais de 181 milénio dólares – só para ser transportado de volta para a Jamaica semanas depois.
O relatório argumenta que a gestão está realizando essas deportações com grande dispêndio para os contribuintes dos EUA, enquanto “despende capital político em suas relações bilaterais que poderia ser usado para promover interesses urgentes de segurança pátrio dos Estados Unidos”.
Legisladores e grupos de direitos humanos têm levantado preocupações sobre os países com os quais a gestão tem negócios. Muitos desses países têm uma longa história de violações dos direitos humanos.
O relatório democrata alega que a gestão confiou em garantias gerais de que os deportados serão tratados de congraçamento com as leis internacionais de direitos humanos.
No entanto, o relatório afirma que “funcionários da gestão Trump reconheceram que os países não estão mantendo as garantias que forneceram aos Estados Unidos e que a gestão não está tomando medidas para mourejar com essas violações.”
“A Gestão não forneceu nenhuma evidência de monitoramento sistemático, seguimento ou emprego, levantando sérias preocupações de que essas garantias existem somente no papel”, afirma o relatório.
A equipe do comitê ouviu oficiais dos EUA em um país que recebeu cidadãos de países terceiros dizendo que a gestão os instruiu a não escoltar o tratamento dos deportados, segundo o relatório.
Um relatório de novembro da Human Rights Watch e do grupo centro-americano de direitos humanos Cristosal alegou que dezenas de venezuelanos deportados dos EUA para uma prisão salvadorenha no início deste ano foram submetidos à tortura e outros abusos graves, incluindo violência sexual.
