Os pet shops de pequeno e médio porte continuam sendo a base do varejo pet no Brasil quando o tópico é via de vendas. Segundo dados da Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação), esses estabelecimentos concentram quase metade de toda a movimentação do setor, com faturamento de R$ 37,49 bilhões (48,1%).
Enquanto isso, os pet shops de grandes marcas, uma vez que megastores, representam 9,6% (R$ 7,48 bilhões). Ao todo o varejo forma mais da metade da natividade de receitas do segmento – 57,7%, murado de R$ 44,97 bilhões.
Clínicas e hospitais veterinários completam o pódio, respondendo por 17,5% da receita (R$ 13,64 bilhões).
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Relevância no setor
De conciliação com o CEO da Abempet, Caio Vilela, esse peso dos pequenos e médios negócios garante a presença do setor em regiões onde as grandes redes ainda não operam, funcionando, segundo ele, uma vez que principal ponto de chegada para o consumidor. “Com isso, esses empreendimentos também acabam exercendo a função de distribuição do mercado em todo o país”, ressalta.
Em paralelo, o executivo reforça que, embora muitas dessas operações sejam independentes, isso não significa isolamento. “Há um movimento crescente de profissionalização, com maior participação em associações, redes de relacionamento e chegada a informações de mercado”, reforça.
E-commerce
No do dedo, pet shops pequenos, médios e megastores representam 52,9% do mercado, murado de R$ 3,34 bilhões. Neste caso, a maior participação se dá por segmento das grandes marcas (32,8%). O e-commerce especializado também tem fatia relevante no segmento: 37,1% – representando R$ 2,33 bilhões.
Apesar da expansão das vendas online, porém, o desempenho mais contido do via (8,1%, murado de R$ 6,31 bilhões) acende um sinal de atenção, de conciliação com a entidade. “O consumidor está mais criterioso, o que reforça a urgência de estratégias eficientes para manter a competitividade”, acredita Vilela.
