A dor na lombar é uma exigência crônica que pode afetar tapume de 80% da população em qualquer momento da vida, conforme afirma um cláusula da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Apesar de generalidade, esse incômodo pode denunciar mais que um problema na postura ou na pilastra, mas sim uma infecção renal.
De contrato com o nefrologista Mendell Lemos, do Hospital Santa Lúcia, a dor na região lombar indica uma exigência renal quando vem acompanhada de outros sintomas sistêmicos uma vez que febre, fadiga, náuseas ou vômitos. “Esses são sintomas que indicam a presença da infecção renal. Pacientes com estes quadros devem procurar atendimento imediatamente. Hipotensão, confusão mental e fraqueza, são sintomas de seriedade, por associarem-se a quadros sépticos, e necessitam de hospitalização para manejo adequado”, alerta.

Infecção renal é mais generalidade em mulheres
Chamada pielonefrite, a infecção nos rins costuma desfeitear mais mulheres, devido à anatomia do trato urinário feminino, que favorece a incidência de infecções urinárias. “Negligenciar sintomas de uma cistite ou tratamentos inadequados pode proporcionar a incidência de complicações. Aliás, condições uma vez que o diabetes, histórico de infecções urinárias e malformações do trato urinário elevam o risco”, destaca Mendell Lemos.
De contrato com o nefrologista, na população composta por mulheres em idade fértil, existe possante uma associação entre pielonefrite e comportamento sexual. “O ideal é uma consulta com nefrologista para identificar e tratar os fatores de risco.
“A principal preocupação é a evolução para quadros de sepse, que são potencialmente fatais. Há risco de formação de abscessos renais, que são acúmulos de pus no tecido renal e requerem tratamento cirúrgico para drenagem”, alerta.
Porquê prevenir a infecção renal
Quadros repetidos de infecção podem levar ainda a cicatrizes renais com danos permanentes aos rins e evolução para doença renal crônica. Para evitar complicações, o médico recomenda medidas de prevenção uma vez que hidratação adequada, bom controle de comorbidades, principalmente diabetes, e evitar automedicação, “principalmente o uso empírico de antibióticos para tratamentos de infecções urinárias”.

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