O mercado global de produtos e serviços para animais de estimação vive uma tempo de sofisticação acelerada. Impulsionado pela chamada “humanização dos pets”, o setor já movimenta tapume de US$ 259 bilhões (R$ 1.381,25 bilhões) e deve perceber US$ 427 bilhões (R$ 2.277,19 bilhões) até 2032, segundo estimativas da revista especializada Invoga.
Nesse novo cenário, cães e gatos deixam de ser exclusivamente animais de companhia para ocupar um lugar médio na vida das famílias e no consumo. A lógica é clara. Quanto mais os pets são tratados porquê membros da família, maior é a disposição dos tutores em investir em experiências premium.
O que antes se restringia a ração e brinquedos evoluiu para um ecossistema de luxo que inclui hotéis cinco estrelas, spas terapêuticos, planos de bem-estar personalizados e acessórios assinados por grifes internacionais.
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Do capital ao luxo extremo
Coleiras e bolsas da Gucci, Louis Vuitton e outras marcas de cima luxo já fazem segmento do portfólio de consumo de tutores de subida renda. No setor de serviços, hotéis porquê o The Ings Luxury Cat Hotel, no Reino Unificado, oferecem suítes climatizadas, áreas de lazer individualizadas e monitoramento regular, replicando padrões da hotelaria de luxo humana.
Spas pet com cromoterapia, musicoterapia, acupuntura e massagens terapêuticas também ganham espaço, sobretudo em grandes centros urbanos. Segundo análises da Euromonitor International, o propagação desse nicho está diretamente ligado à procura por bem-estar, longevidade e prevenção de doenças, tendência que se intensificou no pós-pandemia.
O rápido chegada do mercado pet e seu potencial despertam também a atenção de marcas premium. “E hoje as companhias conseguem ter aproximação a informações detalhadas sobre as demandas e o nível de exigência do tutor”, acrescenta Sandro Magaldi, técnico em transformação de negócios.
China, EUA e Brasil lideram o consumo
De convenção com dados da Euromonitor e da Statista, China, Estados Unidos e Brasil formam o pódio dos países com maior volume de negócios no mercado pet global. Nos EUA, o segmento premium cresce supra da média do setor, enquanto a China registra rápida expansão impulsionada pela urbanização e pelo aumento da renda disponível.
No Brasil, o fenômeno acompanha a consolidação do país porquê um dos maiores mercados pet do mundo. Relatórios da Abempet indicam que produtos premium e super premium já representam uma fatia relevante do faturamento do setor, mormente em sustento, serviços veterinários especializados e cuidados estéticos.
O repto da autenticidade
Para empresas e empreendedores, o progresso do luxo pet traz oportunidades, mas também exige cautela. Especialistas apontam que o sucesso nesse segmento depende menos da ostentação e mais da entrega real de valor ao bem-estar bicho. “O consumidor está disposto a remunerar mais, desde que perceba benefícios concretos para a saúde e a qualidade de vida do pet”, destaca relatório da McKinsey & Company sobre tendências de consumo emocional.
Nesse contexto, o estabilidade entre exclusividade, moral e funcionalidade torna-se médio. O luxo, no mercado pet, deixa de ser exclusivamente status e passa a refletir uma novidade forma de vínculo entre humanos e animais, baseada em desvelo, responsabilidade e experiências compartilhadas.
