Desde os anos 60, o dia 28 de julho é reconhecido uma vez que uma data dedicada ao reconhecimento de uma parcela de trabalhadores: os agricultores. A data foi pensada, sobretudo, uma vez que um instrumento de valorização daqueles que desempenham um papel necessário no provimento fomentar, na economia e no desenvolvimento das diferentes regiões do Brasil.
Instituída pelo Decreto nº 48.630, de 27 de julho de 1960, assinado pelo logo presidente Juscelino Kubitschek, a data foi alicerçada no centenário da antiga Secretaria de Estado dos Negócios da Lavoura, Transacção e Obras Públicas, órgão que, posteriormente, deu origem ao atual Ministério da Lavoura. Ao fixar a homenagem, o decreto da estação já chamava atenção para a relevância da atividade agrícola para o desenvolvimento vernáculo.
Embora o mês de julho também conte com outras datas ligadas ao tema, uma vez que o Dia Pátrio e o Dia Internacional da Lavoura Familiar, comemorados em 24 e 25 de julho, respectivamente, o Dia Pátrio do Cultor presta tributo espaçoso a todos os profissionais que atuam no setor.
Em Goiás, Estado que possui o agronegócio uma vez que principal segmento de sua economia, o tema também está recorrentemente presente na agenda dos poderes, dentre eles a Câmara Legislativa. A Morada de Leis é responsável por prometer a tramitação de diferentes propostas focadas nos agricultores, muito uma vez que a realização de homenagens e a participação de representantes do segmento na construção de propostas capazes de testificar que o desenvolvimento chegue ao campo.
Já nos primeiros meses de 2026, por exemplo, a Câmara Legislativa do Estado de Goiás (Alego) sediou uma sessão solene dedicada a agricultores e agricultoras assentados e acampados da reforma agrária. O encontro foi viabilizado em reconhecimento à tributo dessas famílias para a produção de víveres, a geração de renda e o desenvolvimento das comunidades rurais.
Iniciativas
A atividade legislativa também registrou, no mesmo período, propostas voltadas ao fortalecimento da produção e à ampliação de oportunidades no campo. Dentre elas está o projeto de lei que institui o Programa Estadual Agro Inclusivo Goiás (Peagro Inclusivo), iniciativa que procura incentivar a inclusão produtiva, social e econômica de pessoas com deficiência e com transtorno do espectro autista (TEA) nas atividades agropecuárias.
A material prevê ações uma vez que capacitação profissional, incentivo à formação de cooperativas, pedestal à comercialização e incitamento ao uso de tecnologias assistivas no meio rústico. O texto está protocolado na Morada com n° 11914/26 e aguarda parecer de seu relator na Percentagem de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). Se validado pelos membros do colegiado, seguirá para duas fases de votação em plenário.
Outra teorema em tramitação no Parlamento prevê a geração da Política de Valorização da Produção Agropecuária Regional na Alimento Escolar. A propositura autoriza a adoção de medidas para ampliar a compra de víveres produzidos em Goiás para a merenda da rede pública estadual, observadas as normas sobre compras públicas.
O objetivo é incentivar a produção regional e fortalecer a economia sítio, além de ampliar a participação de agricultores e produtores goianos no fornecimento de víveres às escolas. O texto tramita no Poder Legislativo com n° 12947/26 e, assim uma vez que o anterior, espera um parecer do relator.
Também passa por estudo na CCJ da Alego um projeto de lei (n° 8321/26) que institui a campanha permanente “Compre na Feira”, destinada a incentivar o consumo de produtos comercializados nas feiras livres do Estado. O texto é voltado ao fortalecimento do transacção sítio. Outrossim, também procura estimular a compra de produtos frescos e artesanais, para ampliar a visibilidade da produção oriunda da cultura familiar. O documento também prevê ações educativas e de divulgação.
Neste ano, além de contribuírem com a elaboração destas e de outras propostas que contemplam o setor, os deputados também marcaram presença na Agro Meio-Oeste Familiar (Acof), considerada uma das principais feiras da região voltadas à cultura familiar. O evento reuniu, no final de junho, na Universidade Federalista de Goiás (UFG), produtores, pesquisadores, estudantes, extensionistas, instituições de ensino e representantes do setor, para apresentação de tecnologias, intercâmbio de conhecimento e debates sobre o desenvolvimento da produção rústico.
Avanços para o segmento seguem uma vez que um dos temas mais debatidos na Alego, em que parlamentares de diferentes correntes políticas assinam proposições e promovem audiências com foco no campo. A presença poderoso do ponto na Morada de Leis se justifica por sua relevância ao Estado. Reconhecido uma vez que um dos maiores polos do agronegócio brasílio, Goiás lidera a produção vernáculo de sorgo e figura entre os principais produtores de soja, milho e feijoeiro.
