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A profissionalização da gestão veterinária tornou-se uma das principais frentes de expansão da VFP. Em paralelo ao propagação da rede hospitalar e à consolidação do ecossistema criado posteriormente a integração com a +Pet, a empresa passou a investir fortemente na capacitação de médicos-veterinários e donos de clínicas, transformando conhecimento operacional em um novo eixo de negócios.

A estratégia teve mais um capítulo durante submersão realizada no último dia 4 de julho, no espaço Goshen Land, em São Paulo (SP). O encontro reuniu empresários do setor em torno de temas porquê gestão, liderança, cultura organizacional e expansão.

De conformidade com o CEO Alan Mora, a iniciativa faz segmento do programa Veterinário Empresário, braço educacional que oferece mentorias e consultorias para clínicas e hospitais veterinários em todo o país.


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“Nosso setor já entrou definitivamente em uma gestão 4.0 e 5.0. Não existe mais espaço para gerir uma clínica unicamente com planilhas ou controles rudimentares. Hoje é preciso desenvolver cultura, liderança, indicadores e gestão baseada em dados”, ressalta.

Mais do que apresentar conceitos, a proposta é compartilhar os processos utilizados pela própria companhia. “É porquê transfixar a caixa-preta da VFP. Mostramos porquê estruturamos equipes, porquê escalamos e porquê construímos um ecossistema completo de negócios”, explica Mora.

Atualmente, o programa já reúne mais de 100 empresas participantes em todo o Brasil, número que tende a crescer conforme a companhia amplia sua presença pátrio.

Encontro no termo de semana mobilizou veterinários em torno de temas porquê gestão, liderança, cultura organizacional e expansão / Foto: Leandro Luize

Ensino acompanha ciclo de expansão

O investimento em capacitação acompanha um momento de poderoso expansão da empresa. Depois da união estratégica com a +Pet – operação que criou um ecossistema integrado reunindo hospitais, clínicas, diagnósticos e planos de saúde – a companhia acelerou seu projecto de propagação pátrio. A operação resultou em um valuation de R$ 415 milhões e estabeleceu uma plataforma verticalizada inédita no mercado brasiliano.

Hoje, o grupo opera 14 hospitais e deverá fechar o ano com 24 unidades em funcionamento, posteriormente novas incorporações em São Paulo. Para 2027, a meta é ainda mais ambiciosa. “Até o final deste ano teremos 24 hospitais. No ano que vem estaremos colocando em operação tapume de dois hospitais por mês. Nosso objetivo é chegar perto de 70 unidades até o termo do próximo ano”, revela.

Além da consolidação nas capitais, a expansão mira cidades do interno e novas regiões do país. “Estamos muito fortes em São Paulo, Minas Gerais e recentemente fizemos uma compra em Curitiba. Agora vamos entrar com intensidade também no Setentrião e no Nordeste, onde enxergamos muitas oportunidades”, antecipa.

A estratégia reforça um padrão que a empresa vem desenvolvendo desde sua instauração – atuar porquê hospital de esteio ao médico-veterinário, preservando o relacionamento do profissional com seu cliente e oferecendo infraestrutura de subida dificuldade para exames, internações e cirurgias. Esse formato B2B2C foi um dos pilares que impulsionaram o propagação da companhia antes mesmo da integração com a +Pet.