sthe.jpg

Uma turista australiana afirma ter sofrido duas tentativas de sequestro no mesmo dia durante uma viagem à Itália. Stephanie, que costuma compartilhar seu dia a dia nas redes sociais, foi ao país para uma viagem com as amigas e estava interessada em comprar uma das famosas casas de 1 euro na Sicília. Projecto esse que ela abandonou, por enquanto, depois de passar pela experiência traumática.

Em relato nas redes sociais, ela disse que resolveu explorar a região em procura da moradia quando seus amigos foram embora. Mas não podia imaginar que sofreria uma tentativa de sequestro ao incumbir em uma pessoa quando foi praticar kitesurf com o grupo que conheceu por lá.

“Infelizmente, confiei na pessoa errada. Entrei no coche de um varão porque algumas pessoas que eu conhecia — em uma cidadezinha muito unida de praticantes de kitesurf — disseram para nós, mulheres, entrarmos no coche, já que o pavimento estava muito lamacento e encontraríamos o restante do grupo no próximo lugar. Infelizmente, as outras duas mulheres saíram do banco de trás e fecharam a porta, e eu não fazia teoria do motivo”, relatou.

Segundo ela, o varão arrancou com o coche e passou do lugar onde ela deveria descer. Foi quando ela percebeu que um tanto estava incorrecto. “Comecei a gritar, xingar e suplicar para transpor do veículo, mas ele se recusava a parar”, destacou.

Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles

Ela conta que na hora que o coche parou em uma moradia, ela conseguiu transfixar a porta e transpor correndo. Ela diz ter corrido por muro de 2 km até ver um segurança que fazia rondas nas propriedades da superfície e pediu ajuda para ele.

”Nesse momento, eu já estava a muro de 6 km da minha hospedagem, pois já havia corrido aqueles 2 km iniciais. Percebi que ele estava ligando para o dirigente, dizendo que levaria a estrangeira para moradia. Ele dirigiu por uns 3 km antes de recostar em um lugar muito escuro e pedir para usar o tradutor no meu celular”, relata.

A tradução do que ele disse deixou a australiana ainda mais assustada.  “A tradução dizia: “O que você vai fazer por mim por eu te levar para moradia?”. Meu estômago gelou e pensei: “Lá vamos nós de novo”. Já era uma e meia ou duas da manhã; tentei transfixar a porta, vi que estava destrancada e saí correndo para me esconder em um vinhedo até ver o coche dele ir embora”, afirma.

De negócio com ela, depois isso, ela viu que estava a borda da praia e conseguiu seguir pela rua litorânea até encontrar o lugar onde estava hospedada.