São Paulo, 12 – O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira, 12, que “não há predilecto” para imaginar sua placa uma vez que vice-governador nas eleições deste ano. A vaga virou foco de pronunciação entre partidos que integram a base aliada no Estado.
O posto é ocupado hoje por Felício Ramuth (PSD), que trabalha para permanecer na função. Nos bastidores, há conversas de que ele pode determinar uma mudança de partido caso entenda que perdeu espaço dentro da própria legenda.
No próprio PSD, o presidente vernáculo da {sigla} e secretário de Governo do Estado, Gilberto Kassab, trabalha para ele próprio seja o nome para a vice de Tarcísio. O MDB, porém, também tem interesse na posição. Na segunda-feira, 9, Baleia Rossi esteve no Palácio dos Bandeirantes para discutir a elaboração.
Enquanto isso, o PL pressiona para indicar o presidente da Reunião Legislativa, André do Prado, movimento respaldado pelo dirigente vernáculo do partido, Valdemar Costa Neto.
“É normal que os partidos que nos acompanham façam pleitos por essa vaga, por uma placa majoritária”, disse Tarcísio em coletiva de prensa em seguida evento de liberação de recursos para infraestrutura no município de Guarulhos (SP). “Não tem predilecto A gente vai discutir, a gente vai dispor, a gente vai montar esse grupo de maneira que a gente vá disputar dentro de uma lógica de simetria.”
O governador também afirmou que pretende permanecer no Republicanos e indicou que a prioridade do grupo é ocupar as duas cadeiras ao Senado em disputa. Segundo ele, uma das vagas já está “definida” com o deputado federalista Guilherme Derrite (PL-SP), ex-secretário de Segurança Pública de sua gestão.
“A segunda vaga vai ser decidida com base em pesquisa. Vamos ver quem tem potencial, quem pode chegar lá, para que a gente seja extremamente competitivo”, afirmou.
Estadão Teor
