
Incêndio florestal mata 12 na Espanha
O sul da Espanha está enfrentando o incêndio mais mortal já registrado na região: 12 pessoas morreram; dezenas estão desaparecidas.
As ondas de calor ressecaram a vegetação. Depois, o vento fez o resto. Depois um inverno pluvioso, a Europa entrou no verão com mais vegetação do que o normal, que, com o calor extremo, se transformou em combustível para as chamas.
No sul da Espanha, em Andaluzia, um incêndio florestal já matou pelo menos 12 pessoas e deixou 23 desaparecidas. A maioria das vítimas parece ser de estrangeiros que viviam ou passavam férias na região.
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Mais de 150 bombeiros, com o espeque de helicópteros e aviões-tanque, tentam moderar um dos incêndios mais mortais da história do país. O queimada já destruiu murado de 3,2 milénio hectares. O prefeito de Los Gallardos diz que a situação é terrível:
“O queimada se espalhou muito rapidamente. Estamos muito preocupados, porque as casas estão queimando”.
Sul da Espanha enfrenta o incêndio mais mortal já registrado na região: 12 pessoas morreram; dezenas estão desaparecidas
Jornal Pátrio/ Reprodução
Segundo as autoridades, o incêndio pode ter começado quando um cabo de vontade caiu sobre a vegetação. Em um dos carros atingidos, quatro pessoas morreram. Outras vítimas tentaram evadir a pé, mas foram cercadas pelo queimada.
“Isso dilacera a espírito. Eu trabalhei cá. Criei meu fruto cá. Tinha 600 laranjeiras”, conta um morador.
O governador da Andaluzia prevê um verão muito difícil em toda a Europa. No verão pretérito, incêndios florestais devastaram áreas da Grécia e de Portugal. Mais de 1 milhão de hectares queimaram na União Europeia – foi o maior registro já feito. Em 2026, a temporada de incêndios começou mais cedo e em lugares não previstos.
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