Brasília, 14 – O ex-deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não compareceu a interrogatório virtual marcado para ontem no Supremo Tribunal Federalista (STF). O testemunho, via videoconferência, fazia segmento da audiência de instrução da ação penal em que ele é réu por filtração no curso do processo.
O fruto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é denunciado de tentar interferir no Judiciário no período que antecedeu o julgamento da trama golpista, no qual seu pai foi réprobo. Segundo a denúncia da Procuradoria-Universal da República (PGR), ele e o influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo articularam nos Estados Unidos sanções ao Brasil e a ministros do Supremo uma vez que forma de pressionar a Golpe.
A escassez no interrogatório não é passível de punição, mas abre espaço para que o processo caminhe para as etapas finais e significa que o réu deixa de apresentar sua versão dos fatos ao tribunal.
DEFENSORIA PÚBLICA
Sem legisperito constituído, Eduardo é representado no processo pela Defensoria Pública da União (DPU). Uma vez que mora nos Estados Unidos desde o ano pretérito, ele foi citado no processo via edital, um enviado da ação penal por meio de uma publicação solene.
Até o momento, o ex-deputado federalista não se manifestou nos autos
O juiz facilitar que conduziu a audiência ontem no Supremo considerou que o interrogatório ficou prejudicado pelo não presença do réu. Foi crédulo um prazo de cinco dias para que a Defensoria Pública da União e a PGR informem se pretendem requerer novas diligências.
Se isso não ocorrer, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, pode perfurar prazo para que sejam apresentadas as alegações finais do processo, manifestações que antecedem o julgamento. Primeiro se manifesta a arguição e, em seguida, a resguardo é ouvida.
Estadão Teor
