O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, elogiou os resultados das eleições parlamentares da Hungria, celebrando a significativa vitória de Péter Magyar sobre o macróbio líder Viktor Orbán.
“A vitória da oposição na Hungria ontem, assim uma vez que a eleição polonesa em 2023, é uma vitória para a democracia, não exclusivamente na Europa, mas em todo o mundo”, escreveu Obama em sua conta no X na manhã desta segunda-feira (13), pouco depois da confirmação do resultado.
The victory of the opposition in Hungary yesterday, like the Polish election in 2023, is a victory for democracy, not just in Europe but around the world. Most of all, it’s a testament to the resilience and determination of the Hungarian people – and a reminder to all of us to…
— Barack Obama (@BarackObama) April 13, 2026
“Supra de tudo, é uma prova da resiliência e da preceito do povo húngaro – e um lembrete para todos nós de que devemos continuar lutando por justiça, paridade e pelo Estado de Recta”, publicou o ex-presidente americano.
Além de Obama, democratas dos EUA comemoraram a guia do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, enquanto os aliados do presidente Donald Trump e seus membros dos republicanos ofereceram uma reação mais mista à perda do líder que Trump havia bravo.
Trump havia bravo Orban antes da votação, chegando a discursar brevemente na semana passada em um comício de campanha na Hungria, quando o vice-presidente dos EUA, JD Vance, telefonou para seu dirigente ao subir ao palco.
Mas Orbán perdeu o poder posteriormente 16 anos, quando os húngaros votaram em números recordes em prol de uma política pró-UE liderada por seu rival de centro-direita, Peter Magyar.
Parlamentares americanos de ambos os principais partidos parabenizaram Magyar por sua vitória. Alguns democratas interpretaram a guia de Orban uma vez que um presságio do que estava por vir nas eleições de meio de procuração de novembro nos Estados Unidos.
“Preste atenção, Donald Trump. Aspirantes a ditadores abusam da hospitalidade”, disse o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer.
“O dominador de extrema-direita Viktor Orbán perdeu a eleição. Os bajuladores de Trump e os extremistas do MAGA no Congresso serão os próximos em novembro”, disse o líder da minoria na Câmara dos Representantes dos EUA, Hakeem Jeffries.
Republicanos uma vez que o senador americano Roger Wicker viram o resultado da eleição húngara uma vez que uma repudiação ao presidente russo Vladimir Putin, com quem Orbán havia cultivado laços ao longo dos anos.
Wicker, um republicano do Mississippi que preside o Comitê de Serviços Armados do Senado, disse que os resultados mostraram que a população da Hungria rejeitou “a influência maligna de Vladimir Putin” e “decidiu seu próprio porvir”.
O próprio Trump não mencionou as eleições húngaras no domingo, embora tenha opinado sobre diversos assuntos por meio de publicações em redes sociais, uma entrevista na televisão e um breve encontro com jornalistas.
Mas alguns de seus aliados pró-Orbán, uma vez que o magnata da tecnologia Elon Musk, lamentaram o resultado.
“A Organização Soros assumiu o controle da Hungria”, escreveu Musk no X.
O bilionário financista e grande doador do Partido Democrata, George Soros, um imigrante húngaro nos Estados Unidos, é há muito tempo difamado por muitos conservadores.
*com informações da Reuters
