Demanda global impulsiona investimentos em DDGS no Brasil
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A crescente demanda global por fontes alternativas de proteína para nutrição bicho tem impulsionado uma novidade vaga de investimentos na indústria de etanol de milho no Brasil, com reflexos diretos sobre a produção de DDGS, os grãos secos de destilaria com solúveis. Nesse cenário, empresas do agronegócio tem avançado para ampliar sua capacidade produtiva, ancorada em graduação industrial, inovação e rigor técnico.

Com produção anual estimada em 3,3 milhões de toneladas, a Inpasa tem investido em controle de qualidade rigoroso e capacidade técnica avançada justamente para atender essa demanda, principalmente a externa.

No campo dos investimentos foram destinados R$ 4 milhões à implantação de um laboratório em Sidrolândia (MS), com foco em infraestrutura, contratação de especialistas e obtenção de equipamentos voltados ao controle de qualidade e certificação do DDGS. Ou por outra, outros R$ 5 milhões serão aplicados ao longo do ano em ações de posicionamento de marca.

O Laboratório de Ensaios de Sidrolândia foi certificado pela ISO IEC 17025, sob a acreditação número CRL 2005, atestando a capacidade técnica da equipe, a confiabilidade dos processos e a primazia dos resultados obtidos, em risca com padrões internacionais de segurança e eficiência operacional.

“A certificação amplia a capacidade de tomada de decisão industrial e gera ganhos diretos de dispêndio, competitividade e destreza, com análises realizadas em média entre 20 e 30 dias mais rápidas em relação ao padrão de mercado”, informou Pedro Zabotto, gerente corporativo de DDGS da companhia.

A partir da operação na Unidade Boa Vista, em Quirinópolis (GO), a usina São Martinho também está realizando investindo e ampliação na produção de DDGS para atender a demanda global pelo resultado.

Segundo Helder Gosling, diretor mercantil e de logística da São Martinho, o progresso do DDG no Brasil está diretamente ligado à previsibilidade e à densidade nutricional oferecidas pelo resultado. “O coproduto do milho entrega qualidade proteica e energética e tem disponibilidade durante todo o ano, sem depender da sazonalidade das safras, além de relatar com eficiência logística que garante destreza na entrega”, afirma.

Toda a produção desses insumos está concentrada na Unidade Boa Vista, única vegetal da companhia dedicada ao processamento de milho. A estrutura, autossuficiente em biomassa e vigor, processa atualmente muro de 500 milénio toneladas de milho por ano, resultando em 150 milénio toneladas de DDGs e 10 milénio toneladas de óleo, além de relatar com certificações internacionais uma vez que ISCC, Halal e Kosher.

Para sustentar o propagação da demanda, a São Martinho também avança em investimentos em armazenagem e logística. A empresa anunciou a construção de uma unidade em Montividiu (GO), com capacidade estática de 240 milénio toneladas, que será responsável por etapas uma vez que recebimento, secagem e armazenagem de milho antes do envio à vegetal industrial.

O projeto faz segmento de um projecto mais grande de expansão no estado, com investimento de R$ 1,1 bilhão para ampliar a capacidade da Unidade Boa Vista. A segunda temporada, prevista para entrar em operação a partir de 2027, adicionará capacidade de processamento de 635 milénio toneladas de milho por ano.

Com isso, a produção suplementar deve compreender 276 milhões de litros de etanol, 170 milénio toneladas de DDGs e 13 milénio toneladas de óleo de milho.

Considerando a operação atual e a expansão, a São Martinho deverá atingir capacidade totalidade de processamento de muro de 1,135 milhão de toneladas de milho por ano, com produção estimada em 485 milhões de litros de etanol, 310 milénio toneladas de DDGs e 21 milénio toneladas de óleo de milho.

Ou por outra, a companhia contará com capacidade estática de armazenagem de até 480 milénio toneladas de milho, reforçando a estratégia de prometer regularidade no fornecimento e eficiência logística para atender, principalmente, as regiões Sudeste e Sul do país.

Exportação de DDGS

No aglomerado do primeiro bimestre de 2026, o país exportou 255,5 milénio toneladas de DDG/DDGS, com destaque para destinos uma vez que Turquia, China, Vietnã, Espanha e Novidade Zelândia, que lideram as compras do resultado brasílico.

O principal marco do período ocorreu em fevereiro, quando o Brasil realizou o primeiro embarque de DDG para a China desde a franqueza solene do mercado, em maio de 2025. A operação, concluída no dia 14, totalizou 62,2 milénio toneladas e foi realizada pelo Porto de Imbituba, em Santa Catarina.

De tratado com a Scot Consultoria, a fardo representa não somente a estreia do resultado brasílico no mercado chinês, mas também um movimento estratégico para o setor. Sozinha, a operação respondeu por 24,3% de todo o volume exportado pelo Brasil em 2026 até o momento, evidenciando o peso da novidade demanda internacional.

“A ingressão da China no radar das exportações ocorre posteriormente um processo de auditoria e habilitação de vegetalidade brasileiras. Ao todo, 13 estabelecimentos foram autorizados a exportar DDG ao país asiático, ampliando o entrada a um dos maiores mercados consumidores de insumos para nutrição bicho do mundo”, informou.

Na avaliação da Scot Consultoria, a novidade frente de exportação tende a reduzir a pressão de oferta no mercado interno, ao aumentar a liquidez das vendas e variar os destinos do resultado. Ou por outra, a demanda chinesa reforça o papel do DDG/DDGS uma vez que selecção competitiva na nutrição bicho global, mormente em um cenário de procura por eficiência e previsibilidade nas dietas.

A operação ocorre posteriormente a formalização do tratado bilateral entre Brasil e China em maio de 2025, que autorizou o transacção do resultado, e da habilitação da empresa uma vez que primeira exportadora brasileira apta a atender aquele mercado em janeiro de 2026.

Segundo Renato Zicardi, diretor de Trading Internacional da Inpasa, o entrada ao mercado chinês representa um reconhecimento técnico relevante. “A habilitação para exportar DDGS ao mercado chinês reflete a crédito construída a partir de um rigoroso processo técnico, de qualidade e rastreabilidade. A China é um dos mercados mais exigentes do mundo, e estar presente nesse tramontana demonstra a capacidade da Inpasa de operar em graduação global, com padrão consistente e totalidade aderência aos requisitos internacionais”, afirma.

A franqueza desse novo fluxo mercantil também é resultado de pronunciação institucional envolvendo o MAPA (Ministério da Lavoura e Pecuária), a Adidância Agrícola, a Embaixada do Brasil em Pequim e o Ministério das Relações Exteriores, além da atuação do setor privado. O movimento cria uma novidade frente de exportação em um momento em que a demanda por ingredientes proteicos cresce em ritmo veloz, mormente na Ásia.

Pedro Zabotto, gerente corporativo de DDGS da companhia, afirma que a ingressão no mercado chinês reforça o posicionamento técnico do resultado brasílico. “A franqueza do mercado chinês mostra a nossa superioridade em padrão, qualidade e valor nutricional”, diz.

Do ponto de vista de negócios, a companhia já sinaliza progresso consistente nas negociações, com 250 milénio toneladas comercializadas junto ao mercado chinês. A estratégia de expansão internacional está inserida em um protótipo mais grande de integração produtiva, no qual a produção de vigor renovável e provisões ocorre na mesma espaço agrícola e no mesmo ciclo, elevando a eficiência do uso da terreno e contribuindo para metas de descarbonização.

Gustavo Mariano, vice presidente de Trading da empresa, destaca que o movimento faz segmento de um projecto estruturado de propagação global. “A franqueza do mercado chinês representa um marco relevante na estratégia de expansão internacional da Inpasa. Trata-se de um passo consistente em nossa trajetória de propagação global, sustentada por graduação industrial, rigorosos padrões de qualidade, segurança e robustez operacional”, afirma.