A maternidade está no núcleo de Pequenas Criaturas, novo filme estrelado por Carolina Dieckmann. Durante a pré-estreia da produção, realizada em Brasília, a atriz falou sobre o tema a partir da própria experiência e relembrou a amiga Preta Gil. Ao recordar a convívio das duas, Carolina afirmou que a cantora a inspirou pela forma porquê encarava a maternidade sem perfurar mão da própria identidade.
Ao ser questionada sobre a amizade de décadas entre as duas e o traje de terem vivido a maternidade em fases semelhantes da vida, Carolina contou que acompanhou de perto o desenvolvimento de Francisco Gil, fruto de Preta.
“Eu e a Preta [a gente] acompanhava tudo da vida uma da outra. Eu conheço o Francisco desde que ele tem, sei lá, 3 anos e sempre estive muito, muito próxima”, afirmou.
Na sequência, a atriz explicou por que admirava a forma porquê a amiga conciliava a maternidade com sua personalidade.
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do Metrópoles
“A Preta sempre foi, sem incerteza, uma mãe que me inspirou muito, porque a Preta nunca deixou… nunca se deixou ser engolida pelo papel de mãe. Ela sempre foi uma mulher transgressora nesse lugar de que ela era ela e as coisas iam se acomodar em torno disso, assim. Muita personalidade, muita, muita verdade. A Preta era muito verdadeira”, declarou.
Pequenas Criaturas
Em Pequenas Criaturas, Carolina interpreta Helena, uma mulher que se muda com a família para Brasília em 1986 e precisa enfrentar um período de mudanças quando o marido viaja a trabalho e ela passa a cuidar sozinha dos dois filhos.
Enquanto tenta se adequar à novidade cidade, a personagem questiona as próprias escolhas e procura reconstruir a própria identidade — uma jornada que dialoga com as reflexões sobre maternidade e individualidade abordadas pela atriz durante a pré-estreia.
Acho que esse fechamento funciona melhor porque a relação com o filme fica procedente e não parece um gancho “forçado” para falar da Preta.










