
Em meio à crise provocada pela transporte das investigações do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federalista (STF), o presidente da Galanteio, ministro Edson Fachin, enviou uma série de recados em uma nota divulgada na noite de quinta-feira.
No texto, Fachin defende a atuação do tribunal, respalda o ministro Dias Toffoli e rebate críticas que vêm sendo feitas por investigadores, setores da classe política e secção da opinião pública, enquanto reforça alguns pontos porquê a legitimidade da Polícia Federalista, o papel do Ministério Público e a autonomia do Banco Médio.
1. Autonomia técnica do Banco Médio
Ao tratar dos impactos sobre o sistema financeiro, Fachin afirma que “a Constituição da República atribui ao Banco Médio do Brasil o obrigação jurídico de confirmar a firmeza do sistema financeiro” e que tais competências “devem ser exercidas com plena autonomia e sem ingerências indevidas”.
2. Legitimação da atuação da Polícia Federalista
Fachin reforça que “a atuação da Polícia Federalista é também indispensável”, sobretudo na apuração de crimes porquê “gestão temerária, fraude financeira, manipulação de informações, lavagem de moeda”.
3. Reafirmação do papel da PGR
Ao mencionar que cabe à Procuradoria-Universal da República “promover a persecução penal e controlar a validade das investigações”, Fachin reforça o papel constitucional do Ministério Público.
4. Resguardo de Toffoli
No trecho mais sensível da nota, Fachin afirma que o STF atua na “regular supervisão judicial, porquê vem sendo feito no contextura dessa Suprema Galanteio pelo ministro relator, Dias Toffoli”.
5. Explicação sobre decisões no recesso
Fachin registra que o Tribunal Pleno está em recesso e que, nesse período, “matérias urgentes são apreciadas pela Presidência ou pelo Relator, nos termos regimentais”.
O ministro também ressalta que Alexandre de Moraes exerce regularmente a Presidência e que as decisões tomadas serão submetidas ao colegiado, reforçando que “a colegialidade é método”.
6. Resposta a pedidos de nulidade e suspeição
Ao tratar das críticas à transporte do processo, Fachin afirma que “eventuais vícios ou irregularidades alegados serão examinados nos termos regimentais e processuais”. Em seguida, acrescenta: “A Presidência não antecipa juízos, mas tampouco se furta a conduzi-los”.
7. Reação a pressões políticas e midiáticas
Fachin afirma que “o Supremo Tribunal Federalista não se curva a ameaças ou intimidações”. Segundo ele, quem tenta “perverter o STF para desgastar sua mando” está atacando “o próprio coração da democracia constitucional”.
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