2-Banco-Master2-UPLOAD-e1743446591221.jpeg

A lei do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federalista), para realização de uma acareação entre figuras centrais do caso Banco Master, porquê Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor do Banco Médio, está preocupando a PF (Polícia Federalista).

Segundo apuração da âncora da CNN Débora Bergamasco, investigadores consideram que a iniciativa de Toffoli é prematura, uma vez que o processo ainda está em período inicial.

A principal preocupação é que a acareação – procedimento que coloca depoentes frente a frente para confrontar versões – está sendo realizada antes mesmo dos depoimentos individuais das partes envolvidas. Um ponto que labareda atenção é que a acareação não foi solicitada pela PF, mas determinada diretamente por Toffoli.

Fontes ligadas à investigação relatam preocupação com as testemunhas, que poderiam permanecer intimidadas com essa situação, principalmente funcionários do Banco Médio, que foram responsáveis por denunciar as supostas fraudes.

Investigadores temem que o procedimento, principalmente por ter se tornado público apesar do sigilo do caso, possa desestimular outros funcionários do Banco Médio a colaborarem com as autoridades.

Segundo a apuração de Bergamasco, a PF possui mais de 4 milénio páginas de documentos enviados pelo Banco Médio detalhando as supostas irregularidades relacionadas ao Banco Master. Investigadores que estão analisando o material consideram que a documentação é robusta e contém evidências significativas sobre o caso.