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O Parque Zoológico de Goiânia adota cuidados especiais para prometer o bem-estar dos animais durante os períodos de variação de temperatura registrados na capital. As medidas incluem adaptações nos recintos, mudanças na alimento e manejo específico para cada espécie, conforme as condições climáticas ao longo do dia.

Com a alternância entre ondas de indiferente e períodos de calor, particularidade desta quadra do ano, as equipes de cuidadores e tratadores monitoram o comportamento dos animais e ajustam os cuidados conforme a premência de cada grupo. Desta forma, os animais podem receber alimento e manejo específicos para cada período do dia, de conformidade com a dieta, o comportamento e o clima.

Equipes de cuidadores e tratadores de animais do Zoológico alteram ambientes e alimento de conformidade com premência de cada espécie /Foto: Segenp

Segundo a médica veterinária e supervisora universal do Zoológico, Jamile França, as aves típicas da região, que é mais quente, estão entre as que mais sentem as quedas de temperatura. Espécies porquê araras e papagaios, por exemplo, necessitam de atenção peculiar durante as ondas de indiferente.

“Logo, entramos com elementos para diminuir a manante de ar, porquê a disponibilização de ninhos/abrigos, além de feno para aquecer os recintos, e mantimentos mais calóricos na alimento”, explica. Os primatas também são castigados com a variação rápida de temperatura, sobretudo no indiferente.

Já nos períodos de calor intenso, outras estratégias são adotadas para prometer o bem-estar dos animais. A dieta é modificada, com oferta de frutas geladas e maior disponibilidade de chuva, além da instalação de aspersores para aumentar a umidade e refrescar os recintos.

Os felinos estão entre os mais afetados pelas altas temperaturas. Para amenizar o calor, os tratadores recorrem a técnicas que estimulam os comportamentos naturais e proporcionam conforto. “Para eles oferecemos picolés de sangue e instalamos aspersores de chuva para gerar ambientes mais úmidos”, diz Jamile.

De conformidade com a veterinária, sinais porquê prostração, respiração acelerada, redução da atividade, perda de gosto e procura metódico por sombra ou abrigo podem indicar estresse térmico. O período de maior risco está nos meses de maio, junho e julho, quando as temperaturas oscilam bastante. “Para evitar esses problemas, promovemos o enriquecimento ambiental e oferecemos uma alimento adequada ao clima do momento.”

Secretaria de Gestão de Negócios e Parcerias (Segenp) – Prefeitura de Goiânia