A percepção dessa necessidade veio de forma marcante durante sessões de terapia ocupacional. Fernanda conta que a terapeuta utilizou figuras da família para nomear funções: “E aí, quando ela falava assim: ‘pega a mamãe’, e ela mostrava a minha mãe na fotinha, ela começou a dar tapinha na figura. E aí, de repente, ela falou assim: ‘Maria Vitória, quem é sua mãe?’ E ela olhou pra minha foto. Aí, ela pegou a minha foto: ‘É essa a sua mamãe?’ Aí, a Maria Vitória bateu palma assim. ‘Ah, entendi. Então temos uma dinâmica familiar precisando se rearranjar.’”
