Em contraponto à crescente preocupação com a mortalidade, o varejo pet segue em ritmo de inaugurações. De conciliação com levantamento do Sebrae fundamentado em indicadores da Receita Federalista, a geração de micro e pequenas empresas ligadas ao setor aumentou 22% nos últimos dois anos.
Os dados contemplam novos CNPJs de pet shops, serviços de estética bicho, hospedagem e amestração. Do totalidade de 41,5 milénio negócios iniciados no período do estudo, muro de 91% foram constituídos por microempreendedores individuais (MEI).
A pesquisa revela incremento gradual de novas lojas a cada ano. Enquanto 2023 registrou 12,7 milénio aberturas, 2025 teve 15,5 milénio. Esses números reforçam o papel do mercado pet porquê porta de ingresso para o empreendedorismo, mormente em cidades médias e bairros periféricos dos grandes centros urbanos, na avaliação da gestora da carteira pet do Sebrae-SP, Vanessa Lima.
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“Cada vez mais tutores priorizam o bem-estar dos seus pets por meio de serviços especializados. E a proximidade e o atendimento mais intimista, características comuns nos pequenos negócios, representam diferenciais importantes”, comenta Vanessa Lima, gestora estadual da carteira pet do Sebrae-SP.
Novos negócios no varejo pet em dois anos
(em milénio CNPJs)

Gatos estimulam rombo de PDVs
O propagação anual de 2,5% da base de donos de gatos, responsáveis pelos cuidados de aproximadamente 30 milhões de felinos, é considerado uma das alavancas para a subida de novos negócios.
Esses animais já correspondem a 19% da população pet, o que abre caminho para lojas especializadas em produtos premium e serviços cat friendly, desde estética avançada até hospedagem. “O novo pet shop não depende somente da gôndola. Ele gira em torno de serviços, relacionamento e conveniência”, acrescenta Vanessa.
Vaga de fechamentos escancara problemas de gestão
Apesar do possante ritmo de rombo, os dados mostram que a sustentabilidade desses negócios ainda é um repto. Levantamento publicado pelo Quadro Pet&Vet aponta que muro de um em cada 12 pet shops fecha as portas todos os anos no Brasil, o que representa aproximadamente 9,5 milénio estabelecimentos encerrando atividades anualmente.
Aliás, mais de 36 milénio pet shops operam hoje em situação de inadimplência ou fragilidade financeira, evidenciando que o propagação no número de empresas não caminha, necessariamente, na mesma velocidade da profissionalização da gestão.
“O mercado pet vive um darwinismo empresarial. Não basta amar animais. É preciso entender de gestão, margem, tecnologia e experiência do cliente”, analisa Silvio Cabral, da consultoria OurPet, fundador de empresas de base tecnológica e diretor de inovação, informação e marketing da Associação Brasileira Pet Tech.
Outro fator decisivo para a mortalidade das lojas é o esgotamento do protótipo fundamentado somente na venda de produtos. “Ninguém sobrevive hoje vendendo só itens cuja margem não paga a operação”, explica.
