
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se recusou a responder se considera usar força militar para ocupar a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca pelo qual vem demonstrando interesse.
Em entrevista por telefone na manhã desta segunda-feira (19) à rede de televisão americana NBC News, ao ser questionado sobre seus planos para o território, Trump limitou-se a expressar: “sem comentários”.
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A enunciação ocorre em meio a tensões crescentes sobre a possibilidade de uma invasão da Groenlândia pelos Estados Unidos. Desde o início de seu segundo procuração, há um ano, Trump já deixou simples seu interesse pelo território, considerado estratégico para ampliar o aproximação americano ao Ártico e para a implementação de seu “Domo de Ouro”.
Nos últimos dias, o presidente intensificou o exposição em relação à Groenlândia. Na manhã desta segunda, Trump afirmou que a Dinamarca falou em distanciar a ameaço russa na região: “Infelizmente, a Dinamarca não conseguiu fazer zero a saudação. Agora chegou a hora, e isso será feito!”.
No domingo (18), ele conversou com o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, e disse que não se sente mais obrigado a pensar na sossego: “Considerando que seu país decidiu não me dar o Prêmio Nobel da Tranquilidade por eu ter parado oito guerras e mais, eu não sinto mais obrigação de pensar puramente em sossego”.
Já no sábado (17), Trump ameaçou implementar uma vaga de tarifas crescentes sobre países europeus até que os Estados Unidos tenham permissão para comprar a Groenlândia.
Ele afirmou que taxas adicionais de importação de 10% seriam aplicadas sobre produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unificado. Essas tarifas subiriam para 25% em 1º de junho e continuariam até que fosse fechado um conciliação para que os EUA comprassem a Groenlândia.
*Com Reuters
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