Trump defende robustez de carvão porquê necessário, confiável e mais barata para os EUA
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São Paulo, 11 – O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu a robustez gerada por carvão porquê “necessário para a segurança vernáculo” e mais “confiável” e “barata” do que outras fontes, reiterando críticas a robustez renovável. “Veja a China, por exemplo, eles vendem a robustez eólica, mas não é o que usam. Temos que fazer numerário com robustez, não vender”, afirmou nesta quarta-feira, 11, em evento “Vencedor do Carvão” na Vivenda Branca.

Na ocasião, Trump assinou uma ordem executiva que, segundo ele, ampliará os esforços do governo para concordar a indústria do carvão nos Estados Unidos, realizando várias críticas ao seu predecessor, o democrata Joe Biden. O republicano disse que foi um “erro” diminuir o licenciamento da produção de robustez fóssil e atribuiu sua vitória eleitoral em 2024 ao setor. “Cá, não usamos canetas automáticas”, alfinetou, em referência ao uso da utensílio por Biden durante sua gestão.

O presidente americano também atribuiu ao setor de mineração de carvão o sucesso dos mercados acionários, alegando que o escora às políticas do governo Trump permitiu as marcas históricas das bolsas. “Já que não cai muito falar somente carvão, vamos utilizar o ‘Grande, Limpo e Lindo’ carvão para limpá-lo de vez”, disse.

Ao negar o uso de energias renováveis, Trump argumentou que o carvão consegue operar até mesmo quando as outras falham e por isso é a “mais confiável provável” para indústrias de resguardo, aço, lucidez sintético (IA) e outras. O presidente anunciou que irá direcionar o Pentágono a comprar eletricidade de carvão para áreas militares e que o Departamento de Vontade (DoE, em inglês) financiará projetos de usinas em vários estados

O republicano observou que vários acordos comerciais fechados desde o ano pretérito, incluindo com a Índia e a Coreia do Sul, já envolvem a exportação de carvão e prometeu ampliar a produção deste tipo de robustez a respeito de 30% neste ano.

Sobre economia, Trump afirmou que sua gestão está reduzindo custos e repetiu que “tarifa” é uma de suas palavras favoritas. “Anunciamos recentemente que nosso déficit mercantil caiu 78% neste ano e espero queda maior até 2027 graças às tarifas”, disse, mas ponderou que tudo dependerá do processo em curso na Suprema Galanteio, que pode derrubar as alíquotas.

Estadão Teor