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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Plataformas de vídeo sob demanda (VOD) atingiram quase 40% do consumo totalidade em domicílios do Brasil em dezembro de 2025, segundo dados levantados pela Kantar Ibope. A pesquisa compara a participação da televisão linear, que reúne a TV ocasião e a TV paga, e do vídeo online, equivalente a plataformas porquê a Netflix, o Globoplay, a Disney+, entre outros serviços de streaming, e redes porquê o YouTube e o TikTok.

O estudo mostra que, no final de 2025, a TV linear atingiu 62,8% (sendo 55,8% da TV ocasião) contra 37,2% do vídeo online, com liderança do YouTube (21,6%), seguida pela Netflix (5,6%) e pelo TikTok (5%). Esses dados correspondem ao uso de dispositivos variados, enquanto o consumo restrito por televisores se divide entre 74,4% para a televisão linear e 25,6% para o vídeo online.

Entre os destaques do estudo, o YouTube, gratuito apesar de recursos pagos, manteve a liderança e apresentou audiência superior à soma de todas as plataformas de streaming pagas. No que diz saudação ao ranking entre os principais streamings, por sua vez, a Netflix aparece na liderança, com 5,6% do consumo totalidade de vídeo, aumento de 20% em relação ao apresentado pela plataforma no ano pretérito.

Também na lista de streamings, em seguida aparece o Globoplay (1,7%), tal qual índice supera o de serviços porquê o Prime Video (1,1%), o HBO Max (0,5%) e o Disney+ (0,3%). No universal, as plataformas de vídeo online já superam em mais de cinco vezes a televisão paga, que apresenta somente 6,9% em dispositivos diversos.

Esse cenário reforça as mudanças no comportamento dos consumidores, diante da subida que os streamings vem apresentando nos últimos anos, e vem na esteira das discussões sobre o PL do streaming, que diz saudação, entre outros aspectos da regulamentação das plataformas no Brasil, à taxação desses serviços no país. A discussão deve ser retomada pelo Congresso em fevereiro.