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No período da tarde, desta sexta-feira, 12, foi realizada a segunda lanço do seminário sobre os desafios das pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). O evento teve lugar no auditório 1, do Palácio Maguito Vilela. A iniciativa do evento partiu do vereador de Goiânia Major Vitor Hugo (PL), em parceria com a Percentagem de Saúde da Tertúlia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).

O vereador comentou que “a realização do evento só foi verosímil graças à receptividade do presidente da Tertúlia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (UB), e também do deputado Gustavo Sebba (PSDB), que articulou para que a gente pudesse utilizar o espaço cá”.

Hugo explicou que a teoria do seminário foi fruto da audiência pública realizada na Câmara Municipal de Goiânia (CMG), para discutir assuntos relacionados ao TEA com mães e responsáveis. O resultado foi a aprovação do projeto de lei nº 293/25, de autoria do vereador, que obriga as escolas a criarem uma sala de pedestal às crianças do espectro autista, para dar suporte em momentos de crise. 

“O projeto de lei foi sancionado e guiado ao prefeito para sanção, e diz saudação à imposição para cada escola municipal ter uma sala de pedestal às crianças em momentos de crise, para que possam receber prioridade de atendimento psicossocial e voltarem mais calmas para vivenda”, explicou o parlamentar.

Período vespertino 

Em seguida o almoço, foi iniciada a primeira mesa temática, para tratar a saudação da legislação estadual vigente. Uma vez que mediador estava o legisperito Erick Tapajós, vice-presidente da Percentagem de Direitos da Pessoa com Deficiência (CDPCD) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO). Participaram das palestras, com ele, a advogada Lídia Rezende Valadão, membro da CDPCD, da OAB-GO; e o legisperito Fabrício Abrão, perito em recta dos autistas, atuante há mais de 25 anos na extensão. 

Em seguida, foi ensejo a mesa redonda de saúde, para discutir temas relacionados à diagnóstico e tratamento. Fizeram secção da apresentação o médico otorrinolaringologista Fernando Martins Cruvinel e a médica psiquiatra Bruna Maia, perito na puerícia e mocidade, pelo Hospital de Ensino Albert Einstein, e em transtorno de neurodesenvolvimento. 

Ao ser perguntada sobre a procura de diagnósticos tardios do autismo, mormente por pessoas adultas, Maia explicou que, em razão das descobertas de novos critérios de diagnóstico, é verosímil perceber melhor as nuances do TEA. “Por se tratar de um espectro, as manifestações são diferentes. Antes, a gente achava que o autista era aquela pessoa que não fazia contato nenhum, num quafro publicado porquê autismo grave”.

A psiquiatra apontou: “Porém, essa é só uma das facetas do autismo do nível de suporte três. Hoje, a amplificação do diagnóstico permite identificar com mais nitidez os níveis mais leves, um e dois, que suportam um nível de sujeição emocional menor”. 

Período matutino

Os debates foram estruturados em quatro mesas temáticas: saúde, instrução, transporte e recta. O objetivo foi proporcionar uma abordagem multidisciplinar sobre diagnóstico, mediação, direitos, rede de proteção, gestão escolar e boas práticas pedagógicas voltadas às pessoas com o transtorno.

No período da manhã, especialistas da extensão de instrução fizeram secção de mesa temática, para discutir sobre o fortalecimento das políticas públicas para a formação continuada dos profissionais da instrução e a ampliação dos serviços essenciais destinados às pessoas com TEA e suas famílias.

Entre os debatedores estava a professora Rossana Duarte, porquê moderadora, perito em instrução próprio inclusiva e neuropsicopedagoga; Isabel Pereira Rocha, representante da Secretaria Municipal de Instrução de Goiânia (SME); e Elisabete Clara de Lima, psicopedagoga, perito em psicomotricidade, TDAH, dislexia e mãe atípica; 

Já para tratar sobre o tema transporte e os desafios da acessibilidade, foram convidados para conceber a mesa temática a diretora da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), Adriana Reis, representando o secretário Coronel Luiz Alberto Bites; Flavia Xavier, representando a Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC); e Luis Thiago, perito em segurança no trânsito e perceptibilidade sintético, supervisor do Meio Operacional de Trânsito (COT), representando a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET).

O evento teve o pedestal da Superintendência de Identificação Humana da Polícia Social, que emitiu a Carteira de Identidade Pátrio (CIN) – o novo RG.