Morte na SP City: veja riscos de maratonas sem séquito médico
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Um galeria de 50 anos morreu posteriormente passar mal na traço de chegada da 10ª edição da SP City Marathon, realizada neste domingo (26), em São Paulo. Para o Dr. Ricardo Contesini, cardiologista do esporte, a escassez de uma avaliação prévia impede a identificação de condições silenciosas que podem ser fatais sob o estresse físico extremo de uma maratona.

A vítima foi identificada pela organização do evento uma vez que Júlio Barreto, que participou da meia-maratona (21 km). Segundo a organização da prova, Júlio sofreu um incidente de perda de consciência logo posteriormente concluir o trajectória.

Para o profissional, entre as principais pessoas na dimensão de risco ao realizar esportes de subida intensidade, uma vez que uma meia-maratona, estão:

  • Aquelas que não fizeram exames prévios para identificar condições que podem impedir ou não a prática do esporte;
  • Indivíduos com fatores de risco não controlados, uma vez que diabetes, pressão subida, colesterol saliente e tabagismo;
  • Corredores que exageram durante a prova para superar limites sem estarem devidamente treinados ou preparados para determinada intensidade do tirocínio.

Segundo o médico, nos pacientes supra de 35 anos, uma vez que no caso de Júlio, o infarto é responsável por 90% das mortes súbitas. Além da culpa principal, condições não cardíacas uma vez que hipertermia e hipoglicemia também podem levar a um quadro de morte súbita.

Já com relação a pacientes com menos de 35 anos, a principal culpa apontada pelo profissional é a miocardiopatia hipertrófica, doença cardíaca genética que afeta muro de uma em cada 500 pessoas no mundo.

Assim, Contesini destaca que qualquer pessoa que deseja iniciar um ciclo de maratona deve realizar vistoria cardíológico, uma vez que, por se tratar de uma atividade física de subida intensidade, há o aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. “Se essa pessoa tiver qualquer problema, isso pode se manifestar durante a prova”, explicou.

À CNN Brasil, o médico ainda pontuou que até mesmo corredores experientes estão suscetíveis a sofrerem uma morte súbita durante uma prova de corrida.
“Toda vez que o desportista vai participar do ano de maratonas, ele tem que estar com seu check-up em dia, principalmente cardiovascular, porque algumas alterações podem manar nesse meio tempo”, destacou ele.

O profissional também alertou para a diferenciação entre o cansaço normal de um sinal patológico e recomendou que atletas devem interromper a corrida e procurar atendimento quando apresentarem:

  • Desmaio;
  • Cansaço desproporcional, quando o tipo não consegue falar ou sente que o ar não entra, ultrapassando os limites razoáveis do esforço físico;
  • Arritmias acompanhadas de falta de ar, tonturas e mal-estar.

Portanto, o médico aponta que, para quem pretende decorrer maratonas com segurança, a recomendação é o planejamento e a realização de um check-up cardiovascular completo com um cardiologista.

Isso conta uma vez que uma preparação física adequada, uma avaliação completa. É importante que a pessoa passe primeiramente em um cardiologista, de preferência um cardiologista do esporte, que entenda as adaptações do coração do paciente. É a chamada pré-participação, para a gente saber se o coração está capaz para participar de uma corrida de longa duração.

Dr. Ricardo Contesini, cardiologista do esporte

Relembre o caso

Posteriormente a perda de consciência de Júlio, a equipe médica iniciou imediatamente as manobras de reanimação ainda no lugar, no Jockey Club de São Paulo, na zona sul da capital. Na sequência, o desportista foi guiado a um hospital, onde recebeu atendimento avançado. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu.

Em relatos nas redes sociais, participantes do evento afirmam que não havia estrutura e nem desfibriladores para a realização do atendimento médico ao desportista. A CNN Brasil questionou a empresa a saudação do matéria e aguarda retorno. O espaço segue crédulo.

Em nota de tarar, a organização da SP City Marathon manifestou solidariedade aos familiares e amigos do galeria e informou que não divulgará novas informações “em saudação à memória de Júlio e de sua família”.

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A SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que o caso foi registrado uma vez que morte procedente no 7º DP (Lapa). Leia na íntegra:

“Um varão de 50 anos morreu na manhã de domingo (26), posteriormente passar mal ao término de uma corrida de rua realizada na Rua Engenheiro Oscar Americano, no Morumbi. De tratado com o boletim de ocorrência, a vítima concluiu a prova normalmente e, já na dimensão de chegada, apresentou dores na região do braço. Enquanto se dirigia a uma ambulância disponibilizada pela organização do evento, sofreu um mal súbito e caiu. Populares, entre eles médicos que estavam no lugar, iniciaram os primeiros socorros até a chegada da equipe médica responsável pelo atendimento aos participantes. A vítima foi atendida em uma ambulância e, encaminhada a um hospital na zona sul da capital, onde morreu”.

Médico cita falta no socorro

O primeiro atendimento prestado ao desportista foi feito por corredores que também participavam da maratona e eram médicos, de tratado com relatos de testemunhas. A reportagem conversou com o médico Miguel Roble Santacreu. Posteriormente terminar a prova, a caminho do guarda-volumes, viram Júlio tombado no pavimento rodeado de pessoas.

Miguel e um companheiro, que também é médico, viram alguém iniciando a massagem cardíaca e se prontificaram a ajudar. Outros corredores que estavam em volta também eram profissionais da saúde, iniciando um revezamento para realizar a massagem.

Os médicos chamaram por uma ambulância do evento, enquanto uma das médicas ficou responsável por cronometrar o tempo de revezamento da massagem cardíaca. A ambulância, segundo Miguel, chegou de 7 a 10 minutos posteriormente o acionamento.

No entanto, a ambulância chegou sem médicos, com paramédicos para realizar a massagem, e sem DEA (Desfibrilador Extrínseco Automático) para reanimação, de tratado com Miguel.

Uma vez que os voluntários já realizavam o primeiro atendimento, eles pediram aos paramédicos que buscassem o desfibrilador e que introduzissem um ambu para ventilação. O médico afirma que o aparelho chegou entre 16 e 17 minutos depois do início do socorro.

Muro de três choques foram realizados até a chegada de um médico coordenador, que transferiu Júlio na ambulância para ser atendido no hospital.

O maratonista Guilherme Marconato publicou um vídeo em suas redes contando ter presenciado o momento em que Júlio passou mal e o atendimento prestado.

Segundo ele, tudo aconteceu de forma rápida e, no início, ele imaginou que Júlio teria unicamente tropeçado durante a corrida, um pouco que já viu muitas vezes em competições. Quando se aproximou do varão, viu que ele tinha os olhos arregalados e parecia estar engasgado.

Para o Dr. Ricardo Contesini, o que determina a diferença entre a vida e a morte nos primeiros minutos posteriormente um mal súbito é a presença e o uso súbito de um desfibrilador, uma vez que o aparelho é responsável por empregar um choque que permite ao coração retomar ritmo normal.

A edição deste ano da SP City Marathon reuniu mais de 32 milénio participantes nas provas de 21,1 km e 42,2 km. A largada ocorreu na Rossio Charles Miller, no Pacaembu, e a chegada foi realizada no Jockey Club de São Paulo, na zona Sul da capital.

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