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A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, exigiu, nesta terça-feira (7), que o Equador reconheça que “invadiu” a embaixada mexicana em Quito e violou o “asilo” outorgado pelo governo mexicano ao ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas.

Glas foi estagnado em abril de 2024 durante uma aprendiz da polícia equatoriana na embaixada do México em Quito, que provocou o rompimento das relações diplomáticas entre os dois países.

Nesta terça, Sheinbaum exigiu, em resposta a uma pergunta durante sua coletiva de prensa diária, o “reconhecimento” do governo equatoriano “de que invadiram a embaixada (…), de que esta pessoa estava asilada”.

O ex-funcionário tinha se refugiado na embaixada mexicana em dezembro de 2023. Em 2017, Glas tinha sido réprobo por depravação, mas foi libertado cinco anos depois por um habeas corpus que foi revogado em seguida.

Sheinbaum afirmou que restaurar as relações bilaterais sem que exista um reconhecimento solene e formal de secção do Equador significaria olvidar que levante país invadiu sua delegação diplomática, agrediu cidadãos mexicanos que estavam nela e deteve uma pessoa que tinha recebido seu asilo.

“Tem que possuir um desagravo” do governo equatoriano, exigiu.

AFP