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Por Arthur de Carvalho, Eliza Lima, Leandro Duarte e Letícia Nunes

O universitário Bruno Tanure, de 19 anos, está ansioso para o momento deste domingo (4), de sair de casa para votar pela primeira vez.

Ele sabe que o voto para o Legislativo (deputados e senadores) é tão importante quanto para o Executivo (presidente e governo Estadual).

A universitária Maria Eduarda de Souza Fiquene, de 19 anos, também demonstra entusiasmo com a experiência.

Para ela, o primeiro voto representa uma forma de exercer a cidadania e participar das decisões do Brasil: “é uma responsabilidade importante, porque o voto é uma forma de exercer minha cidadania e contribuir para as decisões do país.”

Pode ser decisivo

Em 2026, os jovens de 16 a 24 anos representam apenas 12,5% do eleitorado do país (19 milhões de pessoas), consolidando uma queda histórica na participação política nessa faixa etária, que equivalia a 18,2% dos votantes em 2010, uma perda de 5,5 milhões de cadastros nos últimos 16 anos.

Segundo o TSE , a diminuição afeta diretamente o primeiro voto: o grupo de 16 a 18 anos soma 3,5 milhões de pessoas (2,25% do total nacional), o que mostra um recuo de 14, 5% em comparação com 2022, sendo composto por 1,6 milhão de adolescentes de 16 e 17 anos com título na modalidade facultativa.

Portanto, a importância do eleitorado jovem precisa ser reconhecida e fortalecida, principalmente diante da redução da participação dessa faixa etária nas eleições.

Mais do que representar uma parcela do eleitorado, os jovens têm a oportunidade de participar das decisões que influenciam para o futuro no país.

Nesse sentido, exercer o direito ao voto também é uma forma de ocupar seu espaço na sociedade e contribuir para a construção do futuro que desejam.

 Supervisão de Luiz Claudio Ferreira