Moradores relatam o desaparecimento de animais de estimação posteriormente a explosão de um repositório ilícito de fogos de artifício no Tatuapé, na zona Leste da capital paulista, na noite desta quinta-feira (14).
Irene Mariano, que é sogra de uma moradora ferida posteriormente a explosão, afirmou em entrevista à CNN Brasil que Fred, cachorro da família, fugiu de mansão posteriormente os fortes barulhos e até agora não foi localizado.
A mulher também relatou que, posteriormente o desaparecimento de Fred, seu neto não para de chorar por sentir a falta do bicho e fez um apelo para que moradores os ajudem a encontrá-lo.

Além dela, uma outra vítima da explosão, que ainda não foi identificada, relatou em um vídeo que seus gatos também fugiram posteriormente o ocorrido. “Eu tô achando nem meus gatos, minha mansão explodiu”, conta ela.
Nas imagens é provável observar os estragos causados na residência dela. “Minha mansão acabou”, lamenta a vítima.
Veja o vídeo:
Entenda uma vez que a explosão ocorreu
O incidente no Tatuapé, ocorrido na Avenida Salim Farah Maluf, resultou em uma morte e dez pessoas feridas, além de deixar 23 imóveis interditados pela Resguardo Social.
Veja antes e depois de imóvel que explodiu no Tatuapé (SP)
A mega explosão ocorreu em um sítio usado ilegalmente uma vez que repositório de fogos de artifício. A ocorrência, registrada no 30° DP (Tatuapé), envolve crimes de explosão, lesão corporal e violação ambiental.
A força das explosões, relatadas por uma agente da GCM (Guarda Social Municipal) e um soldado da PM (Polícia Militar) que estavam próximos, foi tamanha que motos caíram, veículos foram danificados e muitos destroços foram lançados.
Veja imagens dos estragos causados pela explosão:
“Ninguém sabia de fogos”, diz sogra de moradora ferida em explosão em SP
Entre as vítimas, uma mulher que inalou fumaça e sofreu um golpe na cabeça, sendo internada na UTI. A força do impacto destruiu a mansão vizinha e causou danos em estruturas metálicas e diversos veículos na região.
As causas exatas do acidente continuam sob investigação.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
