
(Bloomberg) –A Microsoft Corp. e a Meta Platforms Inc. estão prestes a testar a paciência cada vez menor dos investidores em relação aos gastos extravagantes das grandes empresas de tecnologia com lucidez sintético e à consequente redução de suas reservas de caixa.
Ambas as empresas divulgam seus resultados posteriormente o fechamento do mercado na quarta-feira. E embora se espere que continuem apresentando um propagação depressa, esse não será o foco de Wall Street. Na semana passada, a Alphabet Inc. apresentou resultados melhores do que o esperado em diversas métricas, mas suas ações tiveram o pior dia em mais de um ano porque a controladora do Google também apresentou fluxo de caixa negativo pela primeira vez porquê empresa de capital desobstruído, devido aos seus crescentes investimentos.
A Microsoft e a Meta, que juntamente com a Alphabet e a Amazon.com Inc. são as que mais investem em IA, são vistas porquê carentes de algumas das qualidades de liderança da Alphabet no setor, portanto, é provável que o mercado seja ainda mais cético em relação aos seus relatórios.
“Se a Alphabet não conseguiu convencer os investidores de que seus gastos são justificados, logo a Microsoft e a Meta provavelmente enfrentarão um caminho mais difícil para fazer o mesmo”, disse Tim Ghriskey, estrategista sênior de portfólio da Ingalls & Snyder, que administra muro de US$ 11 bilhões em ativos e possui ações da Meta e da Microsoft. “Ambas têm trabalho a fazer para tranquilizar os investidores.”
Fed decide juros; Meta, Microsoft e Santander divulgam balanços nesta 4ª
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quarta-feira (29)
As ações da Microsoft despencaram 19% leste ano, colocando-as entre as 20 piores performances do índice Nasdaq 100, com potente presença de empresas de tecnologia, que acumula subida de 10% em 2026. Enquanto isso, as ações da Meta caíram 10%, e as da Amazon, que divulga seus resultados na quinta-feira, estão estáveis.
Acompanhando a Nuvem da Microsoft
O investimento de capital da Microsoft, incluindo arrendamentos financeiros, deverá ultrapassar US$ 42 bilhões no quarto trimestre fiscal, elevando o totalidade para o ano fiscal de 2026 a US$ 146,6 bilhões. Esse seria o maior valor da história da empresa e quase o duplo dos US$ 24,2 bilhões gastos no mesmo trimestre do ano anterior.
Considerando essa tendência, a previsão de gastos da Microsoft para o ano fiscal de 2027 provavelmente será um dos principais focos do relatório. Analistas preveem que o valor será superior a US$ 230 bilhões, enquanto o fluxo de caixa livre ajustado cairá para US$ 32 bilhões, perante US$ 62,3 bilhões no ano fiscal de 2026.
Assim porquê no caso da Alphabet, os investidores estarão de olho no negócio de computação em nuvem da empresa em procura de sinais de que os investimentos estão se traduzindo em propagação. Espera-se que sua unidade Azure registre um aumento de quase 40% na receita do trimestre. No entanto, a receita da Alphabet com a nuvem saltou mais de 80%, superando as expectativas, o que não animou os investidores.
“Para a Microsoft, acho que a situação é mais nebulosa”, disse Paul Meeks, patrão de pesquisa de tecnologia da Freedom Capital Markets. “Parece que o Google está conquistando participação de mercado de todos.”
Analistas preveem que a Microsoft registrará um aumento de 15% na receita totalidade e de 16% no lucro líquido. Ambos devem crescer em percentuais de dois dígitos em cada um dos próximos três anos fiscais.
Deixando de lado os investimentos de capital, esse propagação está ocorrendo a um dispêndio relativamente reles. As ações da Microsoft estão cotadas a menos de 20 vezes o lucro estimado para os próximos 12 meses, inferior de sua média de 10 anos de 27 e do múltiplo de 21,4 do Nasdaq 100.
Perguntas para Meta
Embora as ações da Meta estejam ainda mais baratas que as da Microsoft, negociando a menos de 15 vezes o lucro horizonte, a controladora do Facebook enfrenta um caminho mais incerto para convencer os investidores de que seus investimentos em IA estão sendo muito aplicados. A empresa deve investir US$ 135,6 bilhões em despesas de capital em 2026 e mais de US$ 175 bilhões em 2027.
Para financiar esses investimentos, a Meta tem emitido títulos de dívida e, segundo relatos, está considerando levantar dezenas de bilhões de dólares em uma oferta de ações. O impacto na posição de caixa da Meta parece ser considerável. Analistas esperam que o fluxo de caixa livre caia para menos de US$ 1 bilhão leste ano, perante US$ 46 bilhões em 2025. A projeção é de que se torne negativo em 2027, antes de voltar a ser positivo em 2028.
“Se você procura fluxo de caixa, não vai encontrar cá”, disse Ghriskey, da Ingalls & Snyder. “Há um horizonte para eles, mas o retorno sobre o investimento a limitado prazo é difícil, e é preciso muita fé para possuir as ações.”
Prevê-se um propagação de receita de 26% leste ano, seguido de uma desaceleração em cada um dos três anos subsequentes. Já o lucro líquido deverá aumentar 40% em 2026, mas exclusivamente 6,5% em 2027.
A Meta se destaca entre os grandes investidores em IA por não possuir um negócio de infraestrutura em nuvem onde poder computacional possa ser vendido a terceiros. No entanto, segundo relatos , a empresa está desenvolvendo planos para isso e estaria em negociações para alugar poder computacional à Anthropic.
Essas medidas demonstram o potencial da empresa, muito porquê a volatilidade do sentimento em relação às ações, de pacto com Matt Stucky, gestor de portfólio de ações da Northwestern Mutual Wealth Management, que possui ações da Meta.
“As pessoas acham que é o melhor negócio do mundo quando as ações estão em subida e acham que os executivos estão passando por dificuldades se as ações estiverem em baixa”, disse ele. “As estimativas têm viés para cima se a realização for boa”, mas “é preciso se sentir confortável com a volatilidade”.
© 2026 Bloomberg LP
The post Meta e Microsoft soltam resultados com mercado cada vez mais cético sobre gasto de IA appeared first on InfoMoney.
