O tráfico de petroleiros no Estreito de Ormuz despencou nas primeiras 24 horas depois o pregão do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, em meio à retomada das tensões no Oriente Médio. De concordância com balanço divulgado nesta quarta-feira (8/4) pela mídia estatal iraniana, exclusivamente três embarcações conseguiram passar a rota estratégica no período.
Nas primeiras horas do dia, dois petroleiros iranianos e um navio da frota chinesa cruzaram o estreito sem incidentes.
No entanto, a expectativa de perenidade do fluxo foi frustrada depois a intensificação dos ataques de Israel ao Líbano, apontada por autoridades iranianas porquê violação do cessar-fogo.
Os ataques desta quarta-feira foram descritos por autoridades libanesas porquê a maior vaga de bombardeios desde o início do conflito, resultando na morte de mais de 200 pessoas. A capital, Beirute, foi a superfície mais atingida, concentrando a maior segmento das vítimas.
Com isso, o tráfico marítimo foi interrompido. Um navio que planejava passar o estreito ao meio-dia chegou a mudar de rota e retornar antes da travessia, diante do aumento dos riscos na região.
Queda brusca no fluxo
- A redução é significativa em relação aos dias anteriores.
- Ainda de concordância com o balanço, na semana passada, até 17 petroleiros chegaram a cruzar o Estreito de Ormuz com autorização do Irã, evidenciando o impacto repentino da escalada militar depois o cessar-fogo anunciado na noite de terça-feira (7/4).
- O estreito é responsável pelo transporte de muro de 20% do petróleo global, e qualquer interrupção afeta diretamente o mercado internacional.
- Posteriormente os episódios mais recentes, houve volatilidade nos preços do petróleo, em meio à incerteza sobre a segurança da navegação.
- Na manhã desta quarta-feira, autoridades iranianas já haviam ameaçado bloquear novamente a via marítima caso os ataques israelenses ao Líbano continuem.
- Paralelamente, membros do governo iraniano defenderam publicamente a suspensão imediata da circulação de navios no estreito porquê resposta às ofensivas israelenses.
Contradições e negociações
Apesar das ameaças, a Lar Branca afirmou que o Irã se comprometeu, em conversas privadas, a manter o Estreito de Ormuz ingénuo e sem restrições.
A porta-voz de Donald Trump, Karoline Leavitt, afirmou mais cedo que o Irã se comprometeu, em conversas privadas, a manter ingénuo o Estreito, que é uma das principais rotas globais de petróleo.
Segundo o governo dos EUA, esse é um ponto médio para a perenidade das negociações, consideradas delicadas e em estágio inicial.



