A iCatCare Veterinary Society publicou as diretrizes mais recentes para o diagnóstico e o séquito da diabetes mellitus em gatos, marcando uma mudança relevante na transporte dessa endocrinopatia. O documento, divulgado no Journal of Feline Medicine and Surgery, reúne avanços científicos da última dez e propõe um manejo mais maleável, apropriado às necessidades individuais dos felinos e à rotina dos responsáveis.
Dez anos em seguida a publicação das orientações anteriores, o cenário científico evoluiu de forma significativa. Novos medicamentos, melhorias na insulinoterapia e o uso de ferramentas modernas de monitoramento glicêmico motivaram a revisão completa dos conceitos, com foco em maior precisão clínica e melhor qualidade de vida para os animais.
Novos medicamentos ampliam as opções terapêuticas
Entre os principais destaques das novas diretrizes está a inclusão dos inibidores do co-transportador sódio-glicose tipo 2 (iSGLT2) uma vez que selecção terapia para gatos criteriosamente selecionados. Já utilizados na medicina humana, esses fármacos passam a integrar o manejo da diabetes felina em casos específicos, reduzindo algumas das dificuldades associadas ao uso quotidiano de insulina.
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Administrados por via verbal, uma vez ao dia, os iSGLT2 podem facilitar a adesão ao tratamento, mormente para responsáveis que têm receio das aplicações injetáveis e do risco de hipoglicemia. Especialistas, no entanto, ressaltam que não há evidências consistentes de remissão da doença com essa classe de medicamentos, o que indica a premência de tratamento contínuo ao longo da vida do bicho.
Abordagem individualizada orienta a escolha do tratamento
As diretrizes apresentam um algoritmo terapêutico que auxilia o médico-veterinário na definição da melhor estratégia em seguida o diagnóstico. Gatos clinicamente estáveis, com gosto preservado, boa hidratação e escassez de comorbidades, descritos no documento uma vez que “gatos felizes”, podem ser candidatos ao uso de iSGLT2, desde que haja concordância e entendimento do responsável.
Em situações com suspeita ou confirmação de doenças associadas, a recomendação é tratar primeiro essas condições antes de optar entre insulinoterapia ou medicação verbal. Já em gatos debilitados, desidratados ou com sinais clínicos mais graves, a insulinoterapia permanece uma vez que a opção mais segura e indicada.
Monitoramento glicêmico mais preciso e menos estressante
Outro progressão relevante abordado no documento é a validação do uso de sensores de monitoramento contínuo da glicose em animais de companhia. Aplicados na pele do gato, esses dispositivos permitem seguir as variações glicêmicas ao longo do dia sem a premência de múltiplas coletas invasivas.
Além de fornecer dados mais completos para ajustes terapêuticos, a tecnologia reduz o estresse do paciente e está alinhada aos princípios da medicina cat friendly. Apesar de limitações pontuais de aproximação, devido à subida demanda também na medicina humana, os sensores já são considerados ferramentas eficazes no manejo da diabetes felina.
Atualização das diretrizes redefine o manejo da diabetes felina
As novas diretrizes reforçam que a diabetes mellitus é uma endocrinopatia generalidade em gatos e apresenta semelhanças importantes com a diabetes tipo 2 em humanos, exigindo séquito galeno contínuo e individualizado. O documento destaca que a escolha do tratamento deve considerar não unicamente o perfil galeno do bicho, mas também a rotina e a capacidade de adesão do responsável.
A informação clara entre médico-veterinário e tutor é apontada uma vez que fator determinante para o sucesso terapêutico, reduzindo inseguranças e favorecendo a ininterrupção do manejo ao longo do tempo. Nesse contexto, os iSGLT2 surgem uma vez que uma selecção eficiente para gatos clinicamente estáveis e criteriosamente selecionados, ampliando as possibilidades além da insulinoterapia tradicional.
As diretrizes também reiteram o papel meão do manejo nutricional, com dietas de grave texto de carboidratos e basta texto de proteínas uma vez que estratégia fundamental para o controle glicêmico e, nos casos tratados com insulina, para o aumento das chances de remissão da doença. Por termo, o documento reconhece que complicações uma vez que hipoglicemia e cetoacidose podem ocorrer, mas ressalta que, com séquito veterinário adequado e monitoramento contínuo, esses riscos são manejáveis e previsíveis.
