
Ibovespa hoje
- Trump diz que Irã demorou muito para negociar e “terá que pagar o preço”.
- Alta da gasolina deve ter impulsionado de novo inflação ao consumidor nos EUA em maio.
- A bomba-relógio da inflação já está armada, diz economista-chefe da XP Asset.
Confira as últimas dos mercados
Presidente do BC do Japão é hospitalizado e não participará da reunião de junho
Inflação ao produtor na China atinge em maio maior nível em quase quatro anos
As pressões de custo decorrentes da guerra no Irã podem comprimir os lucros das empresas e reduzir ainda mais o consumo interno.
Erdogan afirma que ataques de Israel contra Síria e Líbano também ameaçam a Turquia
O presidente turco, Tayyip Erdogan, afirmou nesta quarta-feira que os ataques de Israel à Síria e ao Líbano chegaram a um ponto em que também ameaçam a Turquia, acrescentando que a “agressão” de Israel representa uma ameaça para o mundo inteiro e precisa ser detida. Dirigindo-se aos parlamentares, Erdogan também disse que há iniciativas, lideradas por Israel, para desestabilizar a região do Mediterrâneo e advertiu que “ninguém deveria se envolver em aventuras” ou embarcar no “barco da malícia” de Israel, dizendo que medidas que violem os direitos dos turcos e dos cipriotas turcos seriam recebidas com uma resposta clara e firme.
Trump diz que Irã demorou muito para negociar e “terá que pagar o preço”
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em uma publicação na rede social nesta quarta-feira que o Irã demorou demais para negociar um acordo e que agora “terá que pagar o preço”, sem dar mais detalhes.
Tesouro não paga tanto desde Dilma: IPCA+8% é mesmo imperdível?
Títulos públicos oferecem taxas altíssimas e a bolsa caiu bastante, e especialistas dizem que é hora de aproveitar para ir às compras — mas com o cuidado de driblar as falsas pechinchas.
Barris de petróleo caem e minério de ferro sobe 1,5%
Os preços do petróleo operam em baixa, em meio aos ataques retaliatórios entre os EUA e o Irã. Os investidores aguardam ansiosamente a possibilidade da continuidade das negociações de paz para desbloquear o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, interrompendo uma sequência de cinco sessões de queda nesta quarta, impulsionados por dados comerciais mensais positivos da China.
- Petróleo WTI, -0,33%, a US$ 87,91 o barril
- Petróleo Brent, -0,49%, a US$ 91,00 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,51%, a 771,50 iuanes (US$ 113,91)
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria com perdas
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, com as ações de tecnologia em queda livre. O índice Kospi, da Coreia do Sul, despencou 4,52%, enquanto o Nikkei, do Japão, caiu 1,89%. O índice CSI 300, da China, continental perdeu 1,11%, fechando em 4.748,59 pontos.
- Shanghai SE (China), -0,42%
- Nikkei (Japão): -1,89%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,64%
- Nifty 50 (Índia): +0,49%
- ASX 200 (Austrália): +0,57%
Ações da Europa caem com tensões no Oriente Médio
As ações europeias recuam, em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, enquanto as atenções também se concentravam na próxima decisão de política monetária do Banco Central Europeu. Os preços do petróleo bruto oscilavam perto dos US$90 por barril após um dos maiores episódios de hostilidades entre Estados Unidos e Irã desde que os dois países concordaram com um cessar-fogo em abril. Os operadores, no entanto, se concentraram nas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, artéria vital para o abastecimento global de petróleo, estava próximo.
- STOXX 600: -0,34%
- DAX (Alemanha): -0,73%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,41%
- CAC 40 (França): -0,35%
- FTSE MIB (Itália): -0,09%
EUA: índices futuros recuam com nova ofensiva contra o Irã em foco
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quarta-feira (10), após os EUA lançarem “ataques de autodefesa” contra o Irã, em retaliação à derrubada de um helicóptero no dia anterior. As tensões entre os EUA e o Irã aumentaram novamente depois que um helicóptero Apache americano foi abatido na segunda-feira perto do Estreito de Ormuz. Na terça-feira, o presidente Trump afirmou que o Irã havia atacado o helicóptero e prometeu uma resposta. O Irã não reivindicou diretamente a responsabilidade pelo abate do helicóptero. No entanto, este acontecimento ameaça o frágil cessar-fogo entre os EUA e o Irã e pode dificultar o progresso rumo a um acordo de paz.
- Dow Jones Futuro: -0,72%
- S&P 500 Futuro: -0,76%
- Nasdaq Futuro: -1,14%
EUA e Irã trocam ataques após queda de helicóptero Apache perto do Estreito de Ormuz
Os confrontos abalaram ainda mais uma trégua de dois meses e expuseram a fragilidade das negociações entre os lados em conflito.
Abertura de mercados
O cenário eleitoral brasileiro e dados de inflação nos Estados Unidos concentram as atenções nesta quarta-feira, em meio a nova hostilidades entre Irã e Estados Unidos. Pesquisa Genial/Quaest mostrou nesta quarta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno da eleição presidencial de outubro. De acordo com o levantamento do instituto Quaest, encomendado pela corretora Genial Investimentos, Lula aparece com 44% em um eventual segundo turno contra Flávio, ante 42% que registrou na pesquisa realizada em maio. Já o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro soma agora 38%, ante 41% na pesquisa anterior. No exterior, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares dos Estados Unidos na Jordânia, no Kuweit e no Barein, em retaliação aos ataques norte-americanos contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz. Os confrontos marcaram um dos maiores picos de hostilidades desde que os dois países concordaram com um cessar-fogo em abril. Mas os investidores também se posicional para os dados de inflação dos EUA, que podem influenciar as perspectivas para os juros. Pesquisa da Reuters com economistas prevê que a inflação provavelmente subiu para 4,2% nos 12 meses até maio, no que seria a maior alta anual desde abril de 2023. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem sessão de forma mista
Investidores em Wall Street seguem de olho no andamento das negociações no Oriente Médio, que ficou entre novas ameaças de escalada da guerra e a abertura mais ampla do Estreito de Ormuz. Jay Hatfield, CEO da Infrastructure Capital Advisors, observou que os investidores estão migrando de ações de crescimento clássicas para ações de crescimento cíclico, como a Home Depot, que podem se beneficiar da reabertura do Estreito. Além do fato de junho ser tipicamente um mês ruim para ações, Hatfield atribuiu parte da recente pressão vendedora ao IPO da SpaceX no final desta semana, afirmando que o evento provavelmente representa um peso negativo para o mercado. “Acho que todos estão um pouco nervosos”, disse Hatfield à CNBC. “Acho que teremos volatilidade até que o IPO da SpaceX seja concluído”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | +0,17 | 50.870,94 |
| S&P 500 | -0,26 | 7.386,47 |
| Nasdaq | -0,97 | 25.678,85 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,68%, aos 169.813,15 pontos
- Máxima: 170.600,91
- Mínima: 168.406,17
- Diferença para a abertura: +1.144,43 pontos
- Volume: R$ 25,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (8): -0,21%
- Terça-feira (9): +0,68%
- Semana: +0,47%
- Junho: +0,47%
- 2T26: -8,70%
- 2026: +5,59%
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