Governo Trump pede à Suprema Namoro restrição ao voto por correio
foto-trump.jpg

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu à Suprema Namoro, nesta segunda-feira (27/7), que autorize a ingressão em vigor de um decreto que endurece as regras para a votação por correio no país.

O recurso de emergência foi apresentado posteriormente um tribunal de apelações manter a suspensão da medida em 23 estados e no Província de Columbia, meses antes das eleições de meio de procuração, marcadas para novembro.

O Departamento de Justiça solicita que as mudanças previstas na ordem executiva passem a valer enquanto o processo segue em tramitação na Justiça. A decisão contestada havia sido mantida por um tela do Primeiro Tribunal de Apelações dos Estados Unidos, que confirmou a liminar concedida por uma juíza federalista de Massachusetts.

Assinado por Trump em março, o decreto determina que o Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS, na {sigla} em inglês) e a Governo da Seguridade Social criem uma lista federalista de cidadãos aptos a votar por correspondência.

Governo Trump pede à Suprema Corte restrição ao voto por correio - destaque galeria
4 imagens

Trump: EUA irão lidar com Houthis caso ocorra bloqueio ao Mar Vermelho

Entenda como funcionam o sistema de "delegados" nas eleições dos EUA
Governo Trump pede à Suprema Corte restrição ao voto por correio - imagem 4
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
1 de 4

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Kevin Dietsch/Getty Images

Trump: EUA irão lidar com Houthis caso ocorra bloqueio ao Mar Vermelho
2 de 4

Trump: EUA irão mourejar com Houthis caso ocorra bloqueio ao Mar Vermelho

Win McNamee/Getty Images

Entenda como funcionam o sistema de "delegados" nas eleições dos EUA
3 de 4

Entenda uma vez que funcionam o sistema de “delegados” nas eleições dos EUA

Gui Primola/Metrópoles

Governo Trump pede à Suprema Corte restrição ao voto por correio - imagem 4
4 de 4

Nathan Howard/Getty Imagen

A medida também orienta o Serviço Postal dos EUA a entregar cédulas de votação pelo correio somente aos eleitores que constarem nesse cadastro.

Tal ordem faz segmento de um pacote de mudanças defendido pelo presidente uma vez que forma de substanciar a segurança eleitoral. Trump argumenta que a iniciativa procura impedir que pessoas sem cidadania norte-americana votem nas eleições. Autoridades e estudos citados nos processos judiciais, no entanto, apontam que esse tipo de fraude é vasqueiro nos Estados Unidos e já constitui delito passível de deportação.

Os estados que contestam o decreto afirmam que a Constituição dos EUA atribui aos governos estaduais e ao Congresso — e não ao presidente — a cultura para estabelecer as regras eleitorais.

Os autores da cobertura também argumentam que as medidas podem provocar confusão na gestão das eleições e terebrar espaço para abusos.

Em junho, a juíza federalista Indira Talwani, indicada pelo ex-presidente Barack Obama, suspendeu a emprego da ordem executiva para os estados que ingressaram com a cobertura, decisão posteriormente mantida pelo tribunal de apelações.

Mudanças nas regras eleitorais

Além da geração da lista federalista de eleitores aptos ao voto por correspondência, o decreto assinado em março prevê o compartilhamento de bancos de dados federais com os estados para verificar a cidadania dos eleitores.

Na ocasião, Trump também determinou que a comprovação da cidadania passasse a ser requisito para o registro eleitoral e citou Brasil e Índia uma vez que exemplos de países que utilizam sistemas biométricos para identificar eleitores.

Dias depois, o presidente assinou outra ordem executiva endurecendo especificamente as regras para o voto pelo correio. Entre as mudanças previstas estão o envio de cédulas somente a eleitores previamente cadastrados para essa modalidade e a exigência de envelopes com códigos de barras individuais para rastreamento.

As novas medidas também se inserem na campanha de Trump por mudanças nas regras eleitorais. Desde as eleições presidenciais de 2020, o republicano sustenta, sem apresentar provas, que houve fraude generalizada no pleito em que foi derrotado.