
A startup alemã Proxima Fusion levantou 411 milhões de euros (R$ 2,4 bilhões) com uma série de investidores, entre eles a empresa de virilidade RWE e o Google, da Alphabet, para desenvolver uma usina de fusão nuclear que espera colocar em operação na dezena de 2030.
A rodada foi liderada pela XTX Ventures, braço de investimentos da empresa de trading algorítmico XTX Markets Ltd., de Alex Gerko, ao lado da gestora londrina East X Ventures. O negócio atribui à empresa de virilidade, fundada há três anos, uma avaliação de 2,4 bilhões de euros, informou a Proxima Fusion nesta terça-feira.
O aporte é uma peça-chave nos planos da companhia de erigir uma instalação de virilidade em um macróbio terreno nuclear da RWE, na Baviera. Em fevereiro, a Proxima Fusion anunciou que o demonstrador dessa vegetal, batizado de Alpha, custaria 2 bilhões de euros, com a empresa se comprometendo a bancar um quinto desse valor e o estado da Baviera assumindo montante semelhante.
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Francesco Sciortino, CEO da Proxima Fusion, disse que a startup sediada em Munique espera que o restante dos recursos venha do governo federalista da Alemanha e da União Europeia. “Fizemos o que prometemos fazer”, afirmou em entrevista. “Obviamente, vemos nisso uma oportunidade histórica para a Alemanha e para a Europa.”
A Alemanha passou a rejeitar a virilidade nuclear posteriormente o sinistro de Fukushima, no Japão, em 2011, e desligou seus últimos reatores até 2023. A fusão nuclear, que promete reproduzir o mesmo processo que alimenta o Sol para gerar eletricidade numeroso e sem emissões, ainda é uma tecnologia experimental. Hoje, não existem usinas comerciais de fusão em operação.
Ainda assim, o setor vem atraindo interesse crescente à medida que empresas de tecnologia buscam no mundo todo novas fontes de virilidade para abastecer data centers. Em 2025, o Google concordou em comprar 200 megawatts de virilidade da Commonwealth Fusion Systems, companhia americana de fusão nuclear apoiada pela própria gigante de tecnologia.
O Google entrou na Proxima Fusion uma vez que investidor estratégico, mas, segundo Sciortino, as empresas ainda não têm planos concretos envolvendo data centers. O executivo não revelou quanto o Google investiu. Já a RWE aplicou 25 milhões de euros, informou a companhia em transmitido divulgado nesta terça-feira.
Sciortino afirmou que murado de 150 milhões de euros da novidade rodada vieram dos dois principais investidores-líderes, enquanto investidores já existentes aportaram valor semelhante.
A Proxima Fusion havia levantado recursos pela última vez em 2025, em uma rodada de 130 milhões de euros, e disse já ter assegurado mais de 650 milhões de euros até agora, incluindo 95 milhões de euros em subsídios públicos. A KfW Capital, partilha de investimentos do banco estatal teutónico, e o EIC Fund, da União Europeia, também participaram da novidade rodada. Segundo a Proxima Fusion, mais de 90% de seus investidores são europeus.
A tecnologia da empresa gira em torno de um equipamento chamado stellarator, uma câmara torcida em formato de rosquinha que usa ímãs potentes para sofrear o gás superaquecido, ou plasma, talhado a produzir reações nucleares. Sciortino classificou essa abordagem uma vez que mais firme do que outras, uma vez que o grande imagem em tokamak ou métodos mais recentes baseados em lasers.
Com a novidade rodada, a Proxima Fusion — que tem escritórios em Munique, Zurique e Oxford — se descreve uma vez que a empresa de fusão nuclear “mais muito financiada” da Europa. Ainda assim, conta com menos capital que concorrentes dos Estados Unidos, uma vez que a Commonwealth, que já levantou quase US$ 3 bilhões, e a Helion Energy, startup apoiada por Sam Altman.
Sciortino, porém, argumentou que essas rivais foram criadas anos antes da Proxima. “Somos mais rápidos do que qualquer um”, disse. “E os europeus deveriam comemorar isso, ao menos desta vez.”
© 2026 Bloomberg L.P.
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