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Luis Cesar Bueno (PT) concentrou parte de suas participações no Debate Mais Goiás em críticas à segurança pública, infraestrutura e educação, além de defender maior participação do governo federal no desenvolvimento do Estado. Também levou o caso Banco Master para um confronto direto com Wilder Morais.

Questionado sobre câmeras nas fardas policiais, Luis Cesar se declarou favorável ao uso dos equipamentos e defendeu mais concursos e investimentos nas polícias Militar e Civil. Segundo ele, é necessário aumentar a capacidade investigativa para combater organizações criminosas. “Goiás se tornou campeão da lavagem de dinheiro para o crime organizado”, declarou.

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Educação e outros temas

Na educação, o petista confrontou Daniel Vilela e criticou a situação da UEG. Defendeu ensino integral e profissionalizante, valorização dos professores e mais recursos para pesquisa. Ao ouvir Daniel citar o Goiás pelo Mundo, afirmou que uma iniciativa inicialmente voltada a 200 estudantes seria insuficiente diante dos problemas estruturais da rede.

Luis Cesar também atacou a política de infraestrutura do atual governo. Em discussão com Daniel, afirmou que Goiás perdeu competitividade para estados vizinhos e atribuiu ao governo Lula parte das principais obras realizadas no Estado. Daniel rebateu dizendo que o petista precisava “andar mais pelo Estado”.

Outro tema foi a exploração de terras raras. Luis Cesar defendeu que os minerais sejam processados dentro de Goiás, em vez de o Estado apenas exportar matéria-prima, e propôs a criação de um “Vale das Terras Raras”. Também argumentou que a exploração precisa preservar a soberania brasileira.

No terceiro bloco, o petista levou o Banco Master para o confronto com Wilder. Luis Cesar questionou a participação da construtora do senador na construção de um complexo da Oncoclínicas avaliado pelo governo estadual para receber o Hugo. Wilder respondeu que sua empresa foi apenas contratada para construir o empreendimento e rejeitou a tentativa de vinculá-lo ao banco.