Amores, anota aí. O luxo mudou. E quem ainda acha que luxo é só mármore insensível, frontispício gigante e ostentação sem psique já ficou pra trás. O novo luxo é taciturno, inteligente e profundamente ligado à forma uma vez que se vive. E Goiás, olha só, entrou de vez nesse jogo.
Hoje, morar muito deixou de ser sobre status e passou a ser sobre sensação. Sobre ajustar em tranquilidade, ter contato com a natureza, cuidar do corpo, da mente e do tempo. O luxo agora é viver melhor, não parecer melhor.
É exatamente nesse cenário que surgem empreendimentos uma vez que o Cimalha da Serra Wellness, em Rio Virente. Ali, a proposta vai muito além de um condomínio bonito. É um projeto pensado para quem quer estabilidade, saúde e qualidade de vida real. Tudo gira em torno do bem-estar, da integração com a natureza e de uma rotina mais ligeiro.

O grande diferencial, simples, é o SPA assinado pela L’Occitane, o primeiro da marca dentro de um empreendimento residencial no Brasil. Um luxo fino, elegante, que fala de autocuidado, sensorialidade e tempo para si. Zero de excesso. É conforto com propósito.
E se a conversa é sobre cima padrão ressaltado à máxima potência, o Opus Altana, em Goiânia, entra em cena com força totalidade. Um condomínio que mistura arquitetura autoral, natureza preservada e experiências que mais parecem de resort internacional. Lago proveniente, áreas verdes generosas, simulador de esqui, simulador de Fórmula 1, espaços wellness e uma quadra de tênis assinada por Leo Romano. Tudo pensado para transformar o morar em vivência.
Cá, o luxo não está só na estética. Está na sensação de pertencimento, no silêncio, na vista ensejo, na possibilidade de viver encurralado pelo virente sem transfixar mão da cidade. É o tipo de lugar que entrega aquilo que o moeda não compra fácil: qualidade de vida.

Na mesma risca, os condomínios Laguna reforçam essa mudança de mentalidade. Inspirados em resorts, apostam em lazer completo, áreas de convívio e uma atmosfera permanente de sota. A teoria é simples e poderosa. Morar uma vez que quem está de férias, todos os dias.
No término das contas, o mercado imobiliário exclusivamente respondeu ao que as pessoas já estavam pedindo. Menos excesso. Mais origem. Menos fisionomia. Mais experiência.
E uma vez que diria esta colunista zero discreta, luxo hoje é ajustar muito, viver melhor e não precisar provar zero para ninguém. O resto é estrondo.
