
A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), intensificou o combate à dengue no Parque Amazônia, em Goiânia. Nesta quinta-feira (9/4), em um dos imóveis vistoriados durante a ação, que estava despovoado, a equipe encontrou um foco do mosquito.
“Nesse caso, a gente entra, identifica o problema e já realiza a eliminação. Quando não é provável retirar a chuva, fazemos o tratamento no sítio”, detalha o agente de combate a endemias Túlio Saeta Reis. Ele ressalta que, na maioria das vezes, o trabalho é muito recebido. “Mais de 99% das pessoas aceitam a nossa ingresso. A receptividade é muito boa”, frisa.

Com o aumento de casos no bairro, a força-tarefa da Prefeitura tem nas visitas domiciliares sua principal estratégia, levando agentes de combate a endemias diretamente aos imóveis para identificar e expulsar focos do mosquito Aedes aegypti. O setor soma 132 casos confirmados de dengue em 2026 e, e em toda a capital, são 9.830 registros nas 13 primeiras semanas do ano
A ação mobiliza tapume de 70 profissionais, que vão percorrer tapume de nove milénio residências e estabelecimentos comerciais da região em procura de chuva paragem, criadouros e possíveis riscos. As equipes também realizam a início compulsória de locais fechados ou abandonados, pulverização de inseticidas com bombas costais em pontos estratégicos e nebulização com ultra ordinário volume (UBV) em áreas abertas.

O agente de combate a endemias e técnico da gerência de controle de vetores, Wellington Tristão da Rocha explica que a atuação no bairro foi definida a partir do aumento nas notificações. “Nós identificamos que o Parque Amazônia apresentava números importantes de dengue e, a partir disso, organizamos um projecto com várias frentes. A principal delas é a visitante domiciliar, que permite identificar e expulsar focos diretamente nos imóveis”, afirma.
Segundo ele, o trabalho inclui ainda a emprego de fumacê, atuação em pontos estratégicos e a início de imóveis abandonados, mas reforça que o contato direto com a população é importante. “A visitante domiciliar é o momento mais importante do nosso trabalho. É ali que conseguimos agir de forma efetiva, no momento em que a gente consegue interromper o ciclo do mosquito. E a população tem participado, permitindo a ingresso das equipes”, destaca Wellington.
Durante as visitas, os agentes seguem um protocolo que começa pela inspeção das áreas externas. “A gente observa locais com chuva paragem, porquê vasos de vegetação, calhas, recipientes e estruturas abandonadas. Quando encontramos foco, fazemos a eliminação imediata ou aplicamos o tratamento com larvicida”, explica o agente de combate a endemias Túlio Saeta Reis.

A presença dos agentes também é vista porquê uma classe a mais de segurança pelos moradores. A dona de lar Maria Arruda acompanhou a vistoria em sua residência e defendeu a influência da ação. “Tem que deixar entrar, sim. Eles precisam olhar, porque se tiver foco de mosquito, eles resolvem. A gente tem que estar sempre cuidando”, diz.
Atenta à limpeza do próprio quintal, ela conta que evita qualquer acúmulo de chuva e redobra os cuidados no período pluvioso. “Eu fico observando sempre. Não deixo chuva paragem, não. Mas eles vindo cá é melhor ainda, porque ajudam a conferir se está tudo notório”, afirma.

Fotos: Joabe Mendonça
Secretaria Municipal de Notícia (Secom) – Prefeitura de Goiânia
