As farmácias vêm se tornando um meato relevante também para o mercado pet. De combinação com a pesquisa realizada pelo Neogrid, em parceria com a Opinion Box, 7,4% dos consumidores já compram produtos para pets no meato farma. O indicador revela uma mudança no comportamento de compra e amplia o papel desses estabelecimentos uma vez que hubs de conveniência.
“Esse movimento reforça que as farmácias se consolidaram uma vez que pontos de conveniência na rotina do consumidor, que procura praticidade para resolver várias demandas em um só lugar. Estamos observando uma tendência que deve se aligeirar. As pessoas não têm mais tempo a perder e querem otimizar suas saídas”, analisa Christiane Cruz Citrângulo, diretora executiva de supply chain e realização do varejo na Neogrid.
A mudança acompanha a evolução do próprio varejo farmacêutico, que deixou de ser limitar exclusivamente aos medicamentos e hoje oferece produtos de higiene, formosura, bem-estar e itens essenciais de reposição rápida, incluindo cuidados com animais de estimação. A preferência por farmácias se baseia principalmente na praticidade, na proximidade física e na experiência de compra, que para 75% dos entrevistados é igual ou superior à dos supermercados.
Continua depois da publicidade
Ainda de combinação com o levantamento, 12% dos entrevistados afirmam ter substituído itens para pets por versões mais baratas nos últimos 12 meses. Embora seja uma das categorias menos afetadas por essas mudanças, o índice mostra que a inflação também pressiona o segmento, estimulando o consumidor a buscar alternativas de preço e canais mais práticos.
“Nesse contexto, a presença de produtos pet em pontos de conveniência reforça a disposição dos tutores em manter os cuidados essenciais, mesmo com ajustes no carrinho, garantindo que o bem-estar dos animais permaneça uma vez que prioridade”, comenta Citrângulo.
O profissional também entende que o progresso das farmácias uma vez que ponto de compra para tutores abre espaço para expansão do mix de produtos e maior competitividade no varejo, colocando esses estabelecimentos em disputa direta com supermercados e lojas especializadas.
O estudo ouviu milénio brasileiros responsáveis, totalidade ou parcialmente, pelas compras da vivenda, abrangendo todas as classes sociais e faixas etárias supra de 16 anos.
