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BRASÍLIA, 25 Mai (Reuters) – ⁠O presidente do ⁠Banco Central, Gabriel Galípolo, ‌disse nesta segunda-feira ter receio de que uma eventual ‌inclusão de fundos de pensão no rol de atores protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) possa gerar ⁠uma ‌distorção do mecanismo.

Em entrevista ⁠coletiva para comentar relatório sobre estabilidade financeira, Galípolo afirmou que fundos de pensão são geridos por investidores ​profissionais, o que foge do foco do seguro oferecido ​pelo FGC.

Os comentários se referem a proposta apresentada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) que estabelece proteção do ‌FGC a aportes ​feitos por fundos de pensão de Estados e municípios no liquidado ⁠Banco ​Master, com ​efeito retroativo.

Em outra frente, o diretor de ⁠Fiscalização do ​BC, Ailton de Aquino, afirmou que a autarquia planeja ​para os próximos meses estender para fundos de investimento ​regras ⁠de contabilização adotadas hoje para bancos. ⁠O objetivo é ampliar a transparência na identificação dos investidores finais dos fundos.

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