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A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã chegou ao 38º dia e, nesta segunda-feira (6), o presidente Donald Trump fez ameaças duras ao país pérsico. O americano afirmou que o Irã “pode ser tomado em uma noite” e sugeriu que isso poderia sobrevir já nesta terça.

Em seu pronunciamento à tarde, Trump estabeleceu a noite de terça-feira (7) uma vez que prazo final para que o Irã aceite um negócio e reabra o Estreito de Ormuz. Segundo ele, a proposta apresentada por Teerã até agora “não é suficiente”.

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O presidente dos EUA disse ainda que Washington pode assumir o lugar do Irã e estrear a cobrar uma taxa pela passagem de navios pelo Estreito de Ormuz. Trump reconheceu que o Irã é um inimigo potente, “mas não tão potente quanto era há um mês”.

Nesta segunda, Estados Unidos e Irã receberam uma proposta de cessar-fogo subitâneo, reabertura de Ormuz e negócio de tranquilidade definitivo. O documento foi elaborado por negociadores do Egito, Paquistão e Turquia. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, Teerã rejeitou a reabertura do estreito. A Moradia Branca, por sua vez, afirmou que essa é exclusivamente uma das propostas em circulação e não apoiou o cessar-fogo subitâneo, de negócio com o site Axios.

“Ameaças delirantes”

O Irã reagiu às ameaças de Trump chamando-as de “delirantes”. Em enviado enviado à mídia sítio, o comando militar iraniano afirmou que as declarações do presidente americano não compensarão a “vergonha e humilhação” dos EUA na região.

Posteriormente o ultimato, Teerã também declarou que o Estreito de Ormuz não voltará a ser uma vez que antes, “mormente para os Estados Unidos e Israel”.

Nesta segunda, a Guarda Revolucionária do Irã confirmou que seu encarregado de lucidez, Majid Khademi, foi morto em um ataque israelense e prometeu retaliação com novos ataques. O predecessor de Khademi já havia sido morto em 2025, em uma ação conjunta de Israel e dos EUA.

O país também acusou a Dependência Internacional de Força Atômica (AIEA) de inação diante de ataques a instalações nucleares iranianas e afirmou que a postura do órgão “encoraja a agressão” dos EUA e de Israel.

Ataques continuam

Mais cedo, Israel atacou a maior estrutura petroquímica iraniana no campo de gás de South Pars.

Uma série de ataques deixou ao menos 25 pessoas mortas no Irã, enquanto os Houthis, grupo rebelde do Iêmen, se juntaram ao Hezbollah, no Líbano, e ao próprio Irã em ofensivas contra Israel. No território libanês, bombardeios israelenses mataram ao menos três pessoas.

Já à noite, o Barein informou que sirenes antimísseis foram acionadas, e a Arábia Saudita disse ter interceptado quatro mísseis.

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