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O dólar operava em subida na manhã desta sexta-feira (30) no Brasil, depois o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar o substituto de Jerome Powell para o comando do Federalista Reserve. No cenário doméstico, investidores analisam os dados de desemprego do Brasil e o relatório de política fiscal do Banco Meão.

No Brasil, o dia é de definição da Ptax de término de mês, o que tende a sublevar a volatilidade até o início da tarde.

Por volta das 9h32, o dólar à vista subia 0,11%, aos R$ 5,1955 na venda.

Na quinta-feira (29), o dólar à vista fechou cotado a R$ 5,1941, em baixa de 0,27%.

Às 11h30 o Banco Meão realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.

Calculada pelo Banco Meão com base nas cotações do mercado à vista, a Ptax serve de referência para a liquidação de contratos futuros.

No término de cada mês, agentes financeiros tentam direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido de subida das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido de baixa).

Trump indicou Kevin Warsh para a presidência do Fed, banco medial dos Estados Unidos, posição atualmente ocupada por Jerome Powell.

Na véspera, o presidente americano havia sinalizado à repórteres que sua escolha já tinha sido finalizada e que faria o pregão formal nesta sexta. Durante vários meses, Trump ponderou sua decisão e reduziu a lista de candidatos, nas últimas semanas, a somente quatro possíveis nomes para assumir a cadeira no Fed.

Kevin Warsh é um economista americano e ex-dirigente do banco medial americano, no qual integrou o Parecer de Governadores durante 2006 e 2011.

Dados no Brasil

Já no Brasil, o mercado acompanhou a divulgação, pelo IBGE (Instituto Brasílico de Geografia e Estatística), da taxa de desemprego, que caiu a 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, menor patamar da série histórica iniciada em 2012. 

Aliás, o Banco Meão divulgou o relatório “Estatísticas Fiscais”, que mostrou que as estatais registraram déficit de R$ 5,9 bilhões em 2025. Já o setor público consolidado – formado por União, Estados, municípios e estatais – teve déficit de R$ 55 bilhões em 2025, segundo o BC.

A Dívida Bruta do Governo Universal subiu para 78,7% do PIB (Resultado Interno Bruto) em 2025, quando alcançou R$ 10 trilhões.

*Com informações da Reuters