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A Percentagem Parlamentar de Sindicância (CPI) do INSS deve explorar nesta quinta-feira pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal relacionados ao Banco Master. Aliás, o colegiado ouve o testemunho do presidente do instituto, Gilberto Waller Júnior.

Os pedidos de quebra de sigilo relacionados ao Master foram apresentados pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e deputados da bancada do Novo. Os parlamentares solicitam informações sobre contas, investimentos, bens, direitos e valores mantidos em instituições financeiras pelo banco. A medida integra a investigação sobre possíveis irregularidades na licença de crédito consignado a aposentados e pensionistas.

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Segundo integrantes da CPI, mais de 250 milénio contratos de empréstimos consignados vinculados ao banco apresentam indícios de irregularidades, incluindo casos suspeitos de contratação sem autorização dos beneficiários.

O presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou o protelação do testemunho de Daniel Vorcaro para o dia 26 de fevereiro, antes previsto para esta quinta. A decisão foi tomada depois reunião com o ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF) Dias Toffoli, relator de processos envolvendo o Banco Master.

Porquê mostrou O GLOBO, Com a retomada dos trabalhos do Congresso, a reta final dos trabalhos da CPI do INSS é marcada por uma guerra entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O embate antecipa a disputa das eleições na redondel do Legislativo.

Opositores do governo no colegiado querem confirmar a quebra de sigilo do rebento do presidente Fábio Luis Lula da Silva, divulgado porquê Lulinha, enquanto governistas defendem a devassa nas contas de Flávio Bolsonaro.

O argumento dos dois lados é uma provável relação dos alvos com o empresário Antonio Carlos Antunes, o careca do INSS, um dos principais operadores do esquema contra aposentados e que está recluso.

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