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O mercado pet da América Latina vive um momento de aceleração tecnológica e reposicionamento estratégico. As mudanças não acontecem com orgulho, mas têm impacto direto na forma porquê pet shops, clínicas, hospitais e farmácias se relacionam com tutores, administram estoques e fidelizam clientes.

Em países porquê México, Argentina, Chile e Colômbia, novas soluções de lucidez sintético, integradas aos serviços, estão moldando um padrão de atendimento mais eficiente, lucrativo e pensado no cliente. Para o varejo pet brasílico, observar essa movimentação é principal para antecipar tendências e fortalecer a competitividade.

México avança na digitalização com IA

A Petco México, que opera muro de 145 lojas e dois centros de distribuição, iniciou em 2025 um projeto robusto de digitalização de toda a sua cárcere de suprimentos. Em parceria com a RELEX Solutions, a rede passou a utilizar lucidez sintético para prever demanda, reorganizar estoques e ajustar involuntariamente o volume de produtos enviado para cada loja.


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A tecnologia considera fatores porquê sazonalidade, promoções, padrões de consumo e comportamento do cliente em tempo real, criando um fornecimento mais preciso e dinâmico.

Esse progresso reduziu drasticamente as rupturas nas gôndolas, diminuiu perdas e aumentou o giro de produtos premium, mormente rações, suplementos nutricionais e itens veterinários. O protótipo demonstra que eficiência de estoque não é somente uma tarefa operacional, mas uma estratégia de lucratividade. Ao prometer que o tutor encontre o resultado desejado no momento manifesto, a Petco reforça fidelização e amplia margens.

É um exemplo evidente de porquê a lucidez sintético pode transformar o mercado pet brasílico, que ainda convive com altos índices de ruptura e obediência de reposições manuais.

Prateleiras inteligentes redefinem experiência no PDV

Outra inovação que ganha força no México vem de uma rede que implementou sistemas de “prateleiras inteligentes”. Equipadas com sensores, câmeras e etiquetas digitais, essas prateleiras monitoram involuntariamente o que o cliente toca, quanto tempo observa cada resultado e quais itens geram interesse, mas acabam abandonados antes da compra.

O objetivo é compreender o comportamento real do tutor dentro da loja, um tanto que o varejo tradicional raramente consegue mapear com precisão. Esses dados alimentam uma experiência integrada. Telas instaladas perto das gôndolas exibem promoções em tempo real, sugestões personalizadas ou serviços veterinários relacionados ao resultado analisado.

Rede presente em três países consolidam protótipo completo de serviços

Enquanto o México acelera a adoção de tecnologias de dados, a América do Sul se destaca por modelos de serviços completos. A rede Puppis, presente na Argentina, no Chile e na Colômbia, consolidou um formato híbrido que combina loja, clínica veterinária e serviços de bem-estar no mesmo endereço. O noção vai além do fundamental, oferecendo consultórios veterinários, programas de nutrição especializada, serviços preventivos, planos de saúde e até fisioterapia para restauração bicho.

Essa integração cria uma dinâmica de recorrência e crédito. O tutor que entra para comprar ração frequentemente sai com uma consulta agendada, uma vacina marcada ou um projecto de castração contratado.

O que o Brasil pode incorporar para fortalecer o varejo pet?

As inovações da Petco México com lucidez sintético, das prateleiras inteligentes mexicanas e do protótipo integrado da Puppis formam um conjunto de tendências que sinalizam o porvir do varejo pet na região. Todas têm um elemento em geral – colocam o tutor no núcleo, combinando tecnologia, dados e serviços especializados para produzir experiências mais completas, eficientes e personalizadas.

Outro problema é que, apesar do tamanho do mercado vernáculo, muro de 95% da receita do varejo pet brasílico ainda é oriunda da venda de produtos, e não de serviços porquê banho, tosquia ou clínica. “Os pequenos pet shops precisam se reinventar. Um dos caminhos seria oferecer produtos exclusivos, serviços personalizados e investir em nichos porquê hotelaria ou clínica especializada, para a partir daí apostar no uso da tecnologia”, aponta o consultor Marco Gioso.