A última ofensiva de controle imigratório do presidente dos EUA, Donald Trump, desencadeada pelo troada contra dois membros da Guarda Vernáculo, endureceu significativamente os limites para todas as formas legais e ilegais de ingressão de estrangeiros nos EUA.
A ação causou susto e confusão generalizados entre imigrantes que não sabem o que acontecerá com seus casos que estavam em curso.
A campanha de deportações em volume de Trump chamou atenção por suas táticas rigorosas de detenção de imigrantes indocumentados em todo o país.
Mas a insistência permanente do governo em implementar mudanças graduais no sistema de imigração dos EUA também tem sido disruptiva, atrapalhando um processo que já era difícil para milhões de pessoas.
A seguir, entenda as ações tomadas pelos Estados Unidos para impedir a imigração:
1 – Fronteira praticamente fechada

Durante boa segmento dos três primeiros anos do presidente americano Joe Biden, a fronteira sul ficou sobrecarregada pela quantidade de migrantes tentando entrar nos EUA, impulsionados por uma combinação de pandemia de covid-19, desastres naturais e deterioração das condições econômicas na América Latina.
No último ano de seu procuração, o governo Biden implementou restrições na fronteira entre EUA e México que, segundo funcionários do Departamento de Segurança Interna, reduziram os cruzamentos irregulares.
Mas moderar o fluxo de pessoas, que Trump repetidamente chamou de “invasão”, continuou sendo um princípio médio de sua campanha vitoriosa.
E, poucas horas depois assumir o segundo procuração, sua gestão tomou medidas que, na prática, buscavam fechar o aproximação ao asilo na fronteira sul.
No mês pretérito, a Suprema Galanteio anunciou que revisaria a política de Trump que rejeita solicitantes de asilo na fronteira.
O republicano assinou um decreto declarando emergência na fronteira, o que provocou o envio de mais pessoal militar para ajudar em tarefas logísticas e burocráticas e finalizar a construção do muro fronteiriço, promessa antiga de Trump.
Em março, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA concedeu o primeiro contrato de construção do muro no segundo procuração de Trump, mais de US$ 70 milhões para erguer muro de 11 km de barreira no sul do Texas.
A gestão Trump diz que essas ações contribuíram para uma queda significativa nos cruzamentos, afirmando uma redução sumoso nas travessias de migrantes nos primeiros 100 dias do procuração.
2 – Casos de asilo paralisados
Posteriormente o troada em Washington contra os membros da Guarda Vernáculo, na semana passada, o governo Trump anunciou que suspenderia todas as decisões de asilo até que “possamos prometer que cada estrangeiro seja investigado e pesquisado ao sumo proporção provável”.
Segundo o Meio de Chegada a Registros Transacionais da Universidade de Syracuse, no término de agosto de 2025 havia mais de 2,2 milhões de imigrantes aguardando decisões ou audiências de asilo.
O Departamento de Segurança Interna também afirmou que está revisando todas as decisões de asilo emitidas durante o governo Biden. A suspensão significa que solicitantes que já esperavam anos agora encaram um porvir ainda mais incerto.
3 – TPS cancelado para vários países
Em 1990, o Congresso criou o programa de Status de Proteção Temporária (TPS) para pessoas fugindo de países afetados por desastres naturais, guerras ou condições que impediam o retorno. O programa garantia o recta de viver e trabalhar nos EUA por um período renovável.
No término de março, 17 países estavam cobertos pelo TPS, representando muro de 1,3 milhão de estrangeiros vivendo nos EUA.
Mas o governo Trump vem buscando reduzir essas proteções.
Em fevereiro, o Departamento de Segurança Interna anunciou que tentaria fechar o TPS para cidadãos do Haiti, que estavam protegidos desde o terremoto devastador de 2010. Um juiz federalista bloqueou a medida, alegando descumprimento de procedimentos legais.
A gestão também tomou medidas para fechar ou virar o TPS de Venezuela, Afeganistão, Camarões, Nepal, Honduras, Nicarágua e Síria.
Em novembro, decidiu completar também com o TPS para Sudão do Sul e Mianmar, ambos em guerra social.
Em dezembro, 12 países ainda estavam sob o programa, embora várias proteções expirem no próximo ano, dependendo de ações judiciais.
4 – Recepção de refugiados suspensa, exceto para brancos sul-africanos
Em outubro, a gestão Trump anunciou que limitaria o número de refugiados admitidos nos EUA a 7.500 por ano, um número minúsculo para um país historicamente visto porquê refúgio para milhões de pessoas fugindo de guerra, pobreza e perseguição, e que tradicionalmente mantinha programas com esteio bipartidário.
Em 2024, os EUA admitiram pouco mais de 100 milénio refugiados, principalmente da República Democrática do Congo, Afeganistão, Venezuela e Síria.
O principal grupo que Trump está acolhendo são os brancos sul-africanos.
O presidente e aliados, incluindo o ex-assessor e bilionário sul-africano Elon Musk, afirmam que esse grupo enfrenta perseguição, racismo, ameaças e assassinatos em seu país.
Trump e Musk alegam que os brancos sul-africanos são discriminados por políticas de reforma agrária voltadas a reparar o legado do apartheid — sistema sob o qual a população não branca foi expulsa de suas terras para beneficiar os brancos.
Os sul-africanos negros, que são mais de 80% da população, possuem exclusivamente muro de 4% das terras privadas.
O governo da África do Sul rejeitou firmemente as alegações.
5 – Green cards sob investigação

O troada em Washington também levou o governo Trump a anunciar “uma reavaliação rigorosa e completa de cada green card de estrangeiros de cada país de interesse”.
Titulares de green card têm recta de viver e trabalhar permanentemente no país, mas não têm benefícios porquê votar ou ter passaporte americano.
Questionado sobre quais países geravam preocupação, o governo Trump apontou para uma proclamação presidencial de junho mencionando 19 países, incluindo Cuba, Laos, Venezuela, Haiti e Afeganistão.
Revisar o status de todos esses residentes pode ser uma tarefa monumental, envolvendo dezenas de milhares de pessoas. Não há prazo para desfecho.
6 – Vistos de trabalho restritos
Em setembro, a gestão tentou impor restrições a certos vistos de trabalho, alegando que eles prejudicam trabalhadores americanos.
Trump assinou um decreto impondo uma taxa de US$ 100 milénio para solicitar o visto H-1B, comumente usado pelo setor de tecnologia. Anualmente, muro de 65 milénio vistos H-1B são concedidos, e a demanda supera a oferta.
Em outubro, o governo anunciou mudanças, porquê restringir a definição de “ocupação especializada”, aumentar a fiscalização em locais de trabalho e reformar a metodologia salarial.
Um setor que Trump parece hesitar em restringir é o agrícola, altamente dependente de mão de obra imigrante, lícito e indocumentada.
Apesar da retórica dura, a gestão buscou tranquilizar o setor, e o tom do republicano sobre trabalhadores agrícolas indocumentados tem sido mais vagaroso.
7 – Vistos de estudante reduzidos
A gestão concedeu milhares de vistos a menos para estudantes internacionais do que nos anos anteriores.
Oriente ano, também mirou os vistos de estudantes já presentes no país, com foco privativo nos que participaram de protestos universitários contra a campanha militar de Israel em Gaza.
O Departamento de Estado revogou muro de 6 milénio vistos de estudantes, e a postura restritiva sobre o que eles podem publicar nas redes sociais desestimulou novos candidatos.
Os motivos das revogações variam de acusações de esteio a terrorismo a infrações menores cometidas anos antes.
No prelúdios do ano, o governo também voltou sua atenção aos estudantes chineses, revogando agressivamente seus vistos antes de virar parcialmente a decisão.
Em entrevista à Fox News no mês pretérito, Trump disse que considera “bom” que estudantes de “países externos” frequentem universidades dos EUA — e elogiou a China enquanto criticou a França, aliada tradicional dos americanos.
