A Plenário Legislativa do Estado de Goiás (Alego) deu o pontapé inicial em seu calendário de governança corporativa na tarde desta segunda-feira, 30. O Comitê Meão de Compliance (CCC) realizou sua primeira reunião do ano na sala da sua assessoria técnica, com foco na estruturação da gestão de riscos dentro do Parlamento goiano. O encontro reuniu membros do comitê e gestores da Moradia de Leis para estimar a conformidade de processos internos e fortalecer os pilares de moral e conduta na Alego, concentrando esforços iniciais na Diretoria Administrativa, na Secretaria de Controle Interno e na Escola do Legislativo.
De tratado com o presidente do comitê, Danúbio Cardoso, que é diretor da Supervisão de Projetos Institucionais da Moradia, o objetivo é exaltar o padrão de integridade da Plenário Legislativa a níveis de vantagem reconhecidos nacionalmente. Ele explica que o comitê de compliance foi instalado na Plenário para verificar a conformidade das políticas públicas e implementar elementos fundamentais porquê moral e código de conduta. Cardoso ressaltou que a iniciativa atende a uma diretriz direta da Presidência da Moradia, afirmando que, a pedido do presidente Bruno Peixoto, o objetivo é compreender em política de conformidade o mesmo prestígio do Selo Diamante de Transparência já obtido pelo órgão. O presidente do CCC destacou, ainda, que foram finalizadas as análises da Diretoria Administrativa, da Secretaria de Controle Interno e da Escola do Legislativo porquê pontos fundamentais de moral e da boa governo.
A natureza técnica do trabalho foi detalhada por Kelly Morgana Afiune, da Assessoria Técnica de Compliance, que classificou a gestão de riscos porquê um mecanismo vivo de proteção à governo pública. Segundo Afiune, o programa de compliance vem para otimizar os serviços oferecidos à população pela Alego, baseando-se em quatro eixos: moral, transparência, responsabilização e gestão de riscos. Ela pontuou que o processo envolve levantamento, identificação, estudo, avaliação e tratamento de riscos, gerando ações de controle que resultam em um serviço público mais eficiente. “A gestão de risco tem data de início, mas ela é cíclica, ela não termina. Você levanta um risco, identifica, consegue mitigar ou evitar, mas logo percebe que existe um outro risco na unidade. É um processo contínuo”, afirmou a assessora.
Além do presidente do colegiado, Danúbio Cardoso, e de Kelly Morgana Afiune, estiveram presentes os integrantes Tasso Honorato Reis Júnior (Diretoria-Universal), Diego Mendes (Tecnologia da Informação), Célio Campos de Freitas Junior (Diretoria de Informação), Juliane Elias de Rezende Marques (Secretaria de Controle Interno) e Andreya da Silva Matos Moura (Procuradoria-Universal). Também participaram os chamados “proprietários de riscos”, gestores responsáveis pelas áreas sob estudo, Daniel Antônio da Silva, da Diretoria Administrativa, Juliane Elias de Rezende Marques, da Secretaria de Controle Interno, e Jhenyffer Martins Ribeiro, da Escola do Legislativo.
