O Brasil figura entre os mercados prioritários da IBM para a expansão de suas operações globais, segundo Leonardo Dias, CFO da companhia no país.
O executivo aponta a crescente demanda por perceptibilidade sintético e a graduação do mercado brasílico porquê fatores centrais para essa classificação.
Em entrevista ao CNN Money, Dias cita estudo recente do IDC (International Data Corporation) para dimensionar o potencial do setor.
“Se analisarmos o estudo recente do IDC, onde existem US$ 3,4 bilhões de investimento esperado em perceptibilidade sintético, software, serviço e infraestrutura, é realmente uma aposta muito grande”, afirmou.
O CFO também observa uma mudança no critério com que as empresas avaliam seus investimentos em tecnologia. Segundo ele, houve uma transição de uma abordagem qualitativa para uma quantitativa, na qual os retornos precisam ser demonstrados de forma concreta.
“Hoje em dia, a tecnologia requer um retorno muito mais tangível. Você precisa tangibilizar esse retorno e prometer toda a questão de moral, segurança e transparência dessas tecnologias”, explicou.
Nesse contexto, Dias destaca a governança de dados porquê diferencial competitivo. Para ele, a longevidade da IBM no país, com mais de 100 anos de operação no Brasil, sustenta sua capacidade de velejar em ciclos tecnológicos acelerados com fundações mais sólidas do que concorrentes mais recentes.
O executivo reconhece os períodos de volatilidade macroeconômica pelos quais o Brasil passou, com pressões inflacionárias e cambiais, mas reafirma que isso não alterou a percepção estratégica da matriz sobre o país.
“É um mercado estratégico, com investimentos e onde existe um foco muito grande para a expansão dessa tecnologia”, declarou.
