
Poucos líderes empresariais podem expressar que começaram a curso porquê trabalhadores horistas e conseguiram subir a escada corporativa até o topo. O CEO que está deixando o Walmart, Doug McMillon, é uma dessas raras exceções cujas décadas de dedicação valeram a pena no final — mas agora que a data de saída está à vista, ele está ansioso para pendurar o chapéu e aproveitar o silêncio.
“Eu nunca tive uma agenda em branco, e agora já vi porquê é uma em alguns meses, e isso é realmente empolgante”, disse McMillon recentemente no programa Squawk Box, da CNBC.
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Mas não espere que sua agenda permaneça vazia por muito tempo. O executivo de 59 anos admitiu que sua aposentadoria pós-Walmart incluirá “alguma combinação de atividades empresariais e filantrópicas”.
E seu próximo empreendimento — seja em tempo integral, meio período ou de forma voluntária — talvez também não esteja tão distante no horizonte, já que o executivo que está deixando o incumbência revelou que vai “tirar alguns meses” de folga.
Talvez não seja surpreendente que a visão de McMillon para a aposentadoria inclua qualquer tipo de trabalho. Ele ainda está alguns anos inferior da idade típica de aposentadoria nos Estados Unidos e disse recentemente que “estava adorando” o seu trabalho.
Mas McMillon afirmou que sabia que agora era o momento de passar o mastro no Walmart, à medida que a IA conduz a empresa para uma novidade era: “Há murado de um ano, comecei realmente a sentir essa próxima lanço; dava para ver porquê seria o transacção agentivo, a visão das compras com IA. E comecei a pensar em tudo o que precisa sobrevir nos próximos anos, e isso realmente me levou a concluir que agora era o momento notório”.
John Furner, que assim porquê McMillon é um veterano no Walmart, assumirá o comando no ano que vem.
“Quando você vê alguém que está pronto para decorrer a próxima volta melhor e mais rápido do que você, é hora de passar o mastro, transpor do caminho e somente torcer”, acrescentou McMillon.
De trabalhador em arrecadação a CEO
McMillon passou os últimos 10 anos liderando o gigante do varejo de US$ 918 bilhões porquê CEO e está programado para se reformar no término de janeiro do ano que vem.
Mas o principal executivo do maior empregador privado dos Estados Unidos — que comanda uma força de trabalho de 2,1 milhões de funcionários — tem um currículo muito dissemelhante de muitos de seus pares executivos da Fortune 500.
Em vez de pular de empresa em empresa em procura de aumentos salariais maiores e cargos mais altos, McMillon permaneceu leal à companhia durante toda a sua curso de 40 anos.
Ele começou descarregando carretas em armazéns da Walmart, ganhando alguns dólares por hora; porquê CEO, recebeu um salário anual de US$ 1,5 milhão, além de outros US$ 25 milhões em ações e compensações não vinculadas a participação acionária.
“Minha primeira passagem peloa Walmart foi somente para lucrar numerário durante o verão e ajudar a remunerar meus estudos”, disse McMillon na Fuqua School of Business da Universidade Duke, em 2017. “E eu não pretendia permanecer lá por muito tempo.”
Era 1984, e McMillon ainda era somente um estudante universitário quando conseguiu seu primeiro trabalho no Walmart: separar pedidos e descarregar carretas em um arrecadação, ganhando US$ 6,50 por hora.
Mas depois de concluir sua graduação na Universidade do Arkansas em 1989 e obter seu MBA pela Universidade de Tulsa, McMillon trocou o solo do arrecadação por baias de escritório.
Ele se tornou comprador de artigos de pesca para o gigante do varejo em 1991, e o resto de sua curso no mundo corporativo é história. Depois de passar por vários cargos de liderança sênior, ele acabou conquistando o cobiçado posto de CEO em 2014.
Embora não exista uma fórmula exata para a notável subida profissional de McMillon, o CEO que está de saída creditou sua postura proativa no trabalho por tê-lo levado ao topo.
Ele se voluntariava para assumir tarefas desafiadoras e participava de reuniões no lugar de seus chefes quando eles não estavam presentes. Quando uma promoção surgia, McMillon já havia provado que estava pronto para dar o próximo passo.
“Uma das razões pelas quais eu tive as oportunidades que tive foi que eu levantava a mão quando meu director estava fora da cidade e ele ou ela estavam visitando lojas ou um tanto assim”, disse McMillon ao Stratechery no ano pretérito.
“Eu ia às reuniões e, se soubesse a resposta para a pergunta que surgisse, eu a compartilhava; se não soubesse, dizia: ‘Não sei, mas vou deslindar rápido e retorno’. Assim, eu me colocava em um envolvente no qual me tornava uma promoção de ordinário risco, porque as pessoas já tinham me visto fazer o trabalho.”
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