A Polícia Social do Amazonas, responsável pela investigação da morte do menino Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, deve colher nesta semana depoimentos de pessoas que fazem secção da gestão do Hospital Santa Julia, em Manaus.
A informação foi revelada pelo representante Marcelo Martins, que comanda o questionário, em entrevista à CNN Brasil.
Benício morreu no último dia 23 de novembro depois receber doses de adrenalina por via endovenosa, o que a investigação aponta porquê um erro médico sistêmico.
O objetivo meão das novas oitivas é calcular as responsabilidades criminais relacionadas à escassez de um farmacêutico habilitado para dispensar e checar a medicação no momento dos fatos, violando os procedimentos de segurança do paciente.
Caso Benício: o que se sabe sobre morte de menino por adrenalina na veia
Prisão de erros
De consonância com o representante, o caso envolve um erro sistêmico do hospital, incluindo as atuações da médica, da técnica de enfermagem e da governo do sítio.
Segundo Martins, a governo do hospital falhou ao não manter um farmacêutico presente para realizar a dupla checagem da medicação, procedimento que poderia ter evitado a emprego errada.
Documentos e depoimentos colhidos pela Polícia Social do Amazonas indicam que houve erro médico na unidade. O questionário procura identificar todas as pessoas que cometeram falhas durante o processo.
Contradições e perícia
A médica Juliana Brasil Santos, de 33 anos, é investigada pela receita da adrenalina na veia. De consonância com as investigações, ela teria assumido seu erro em mensagens de WhatsApp trocadas com um colega e em um prontuário médico, onde indicava ter prescrito erroneamente adrenalina por via endovenosa.
Em outro momento, a médica chegou a tentar responsabilizar a mãe de Benício pela emprego incorreta. Posteriormente, a resguardo da médica trouxe uma novidade versão, alegando que o sistema do hospital teria confuso maquinalmente a via de governo da adrenalina.
Caso Benício: Médica assumiu erro e depois tentou alterar prescrição
Para verificar a verdade dessa argumento, que contraria as provas já existentes, a polícia irá realizar uma perícia no sistema do Hospital Santa Julia.
O representante informou que uma estudo superficial já indica que a argumento de defeito no sistema não se sustenta. O pedido de prisão da médica foi feito pela Polícia Social, mas Justiça negou, concedendo um habeas corpus preventivo.
