A Reunião Legislativa de Goiás (Alego) será palco da realização da 4ª Reunião Ordinária do Fórum Goiano de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável nesta quinta-feira, 12, das 8h30 às 18 horas, no Auditório Francisco Gedda. A vice-presidente da Percentagem de Meio Envolvente e Recursos Hídricos da Mansão, deputada Rosângela Rezende (Agir), representará o Legislativo Estadual no evento.
Em taxa, além da eleição dos coordenadores das câmaras técnicas, conforme previsto no Regimento Interno, está a perpetuidade dos debates e das propostas para o desenvolvimento de uma governança climática mais participativa com a sociedade e conectada aos desafios reais do Estado de Goiás.
A percentagem organizadora aguarda a presença de representantes do poder público, do setor produtivo, de universidades, organizações da sociedade social e comunidades tradicionais, com o objetivo de dialogar, propor soluções e seguir políticas públicas voltadas ao enfrentamento da crise climática.
No período da manhã, será apresentado o Programa AdaptaCidades, uma abordagem integrada entre as gestões estaduais e municipais, em pronunciação com o Governo Federalista, muito porquê a elaboração de Planos Locais de Adaptação Climática (PLACs), instrumentos de planejamento que mapeiam riscos e vulnerabilidades e definem ações práticas para mourejar com os impactos das mudanças climáticas em 20 municípios goianos.
À tarde, o debate girará em torno do projeto de lei que institui o Sistema Estadual de REDD+. Trata-se de um mecanismo estratégico para a redução do desmatamento, a valorização dos serviços ecossistêmicos e a promoção da justiça climática por meio do pagamento por resultados ambientais.
O fórum
Reativado em 2024, o Fórum Goiano de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável tem porquê objetivo prosseguir na construção de políticas públicas climáticas mais efetivas, em consonância com os problemas reais de cada região de Goiás. Criado por decreto estadual, o fórum consolidou-se porquê um dos principais instrumentos de protagonismo no enfrentamento dos desafios decorrentes das mudanças climáticas no mundo.
Desde a posse dos membros, no final de 2024, o fórum estruturou suas câmaras técnicas de mitigação, adaptação e transição verdejante, criou grupos de trabalho temáticos e passou a promover debates cada vez mais qualificados sobre temas porquê mercado de carbono, lavoura de plebeu carbono, manejo integrado do queima, resiliência climática e transição econômica sustentável.
