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ROTEIRO

Seleções do Brasil de 1994 e 2026 têm em geral trajetória na primeira temporada, atacante em boa temporada e lateral retalhado

Brasil de 2026 têm coincidências com a seleção de 1994; confira (Foto: CBF)

Brasil de 2026 têm coincidências com a seleção de 1994; confira (Foto: CBF)

Ciclo conturbado, lateral retalhado, jejum de títulos e um atacante que leva a seleção degraus supra: esse foi o roteiro da Despensa de 1994, em que o Brasil conquistou o tetracampeonato. Mas podem ser também as primeiras páginas da história do hexa, caso a equipe do técnico Carlo Ancelotti chegue até lá.

O Brasil de 1994 chegou desconceituado ao Mundial, depois de eliminatórias difíceis e da classificação que veio com gol milagroso de Romário no último jogo, contra o Uruguai. O Brasil de 2026 também passou perrengues para obter sua vaga no torneio: acabou na quinta colocação, o pior resultado da história.

Por razões diferentes, o Brasil de 1994 e de 2026 também ficaram sem os seus laterais titulares na fileira esquerda. O time atual perdeu Wesley no último amistoso antes da estreia. O time de Carlos Alberto Parreira não pôde mais relatar com Leonardo depois da cotovelada dele em Tab Ramos, nas quartas de final contra os Estados Unidos.

As seleções de 1994 e de 2026 chegam com o mesmo repto de pôr término a um jejum de 24 anos sem titulos de Despensa. As duas terminaram na primeira colocação da temporada de grupos, com sete pontos. E as duas tiveram um bombeiro que marcou gols em todos os três primeiros jogos da competição: Romário naquela estação, Vini Jr. agora.