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A Polícia Social de Santa Catarina apura um homicídio ocorrido em Joinville que chocou investigadores pela frieza dos envolvidos em seguida o delito. Em seguida cometer o assassínio, os criminosos ainda teriam jogado videogame.

Dois homens são suspeitos de matar Allison Cristhian Pereira Lima (foto em destaque), de 23 anos, dentro da própria lar, em seguida um desentendimento motivado por divergências religiosas.

Depois da morte, segundo a investigação, eles permaneceram no imóvel por murado de duas horas, consumindo bebida alcoólica e jogando.

O corpo do jovem foi encontrado na manhã de segunda-feira (19/1), na quitinete onde ele morava sozinho, no bairro Bucarein.

Um companheiro estranhou o roupa de Allison não responder mensagens e decidiu ir até o sítio. Ao entrar no imóvel, encontrou o corpo e acionou o Samu e a Polícia Militar.

Inicialmente, o caso chegou a ser tratado porquê morte sem indícios de delito, provável suicídio.

Investigação

No entanto, a perícia identificou sinais de violência, principalmente no pescoço da vítima, além de marcas de luta corporal. Um fio enrolado na região levantou a suspeita de asfixia, o que levou a Delegacia de Homicídios a assumir a investigação.

As apurações indicaram que Allison conheceu os suspeitos na noite de sábado (17), em seguida trespassar de uma boate. Eles se encontraram em uma conveniência de posto de combustíveis e seguiram juntos para a residência do jovem.

No sítio, passaram a madrugada consumindo bebidas alcoólicas, usando drogas e jogando videogame. Em determinado momento, houve uma discussão relacionada a questões religiosas. Segundo a Polícia Social, o conflito evoluiu para agressões físicas.

Um dos suspeitos, que permanece fugido, teria iniciado o ataque ao tentar sufocar a vítima com um travesseiro. Na sequência, o varão que acabou recluso buscou o fio de um secador de cabelo, utilizado para estreitar o pescoço de Allison até que ele perdesse os sentidos.

Mesmo em seguida a morte do jovem, os envolvidos não deixaram o sítio imediatamente.

De pacto com o solicitador Eduardo Defaveri, eles continuaram no imóvel por murado de duas horas antes de trespassar. Na fuga, levaram objetos pessoais da vítima, incluindo um videogame e o telefone celular.

O celular foi localizado posteriormente na lar do suspeito recluso. O varão estagnado tem antecedentes por latrocínio no Rio Grande do Sul, passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida, sendo guiado ao presídio de Joinville.

A Polícia Social acredita que o homicídio tenha ocorrido ainda na madrugada de domingo (18). As investigações seguem para localizar o segundo suspeito, assinalado porquê o principal responsável das agressões. A polícia não descarta o envolvimento de outras pessoas e pede informações anônimas pelo telefone 181.