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Preparem as taças, os cílios postiços e os protetores de tímpano, porque o réveillon de Copacabana vai ser rebatizado para Réveillon Alok de Copacabana. O artista sobe ao palco RIO às 1h30 e promete um espetáculo que não é mais show, é pura engenharia cósmica aplicada ao entretenimento.

Serão 1.200 drones sincronizados, minha gente. Milénio e duzentas máquinas voadoras fazendo coreografia aérea, desenhando o firmamento do Rio com figuras, cores, ondas, movimentos, explosões visuais e aquele tipo de grandiosidade que faz a pessoa olvidar o champanhe, o pedido e até o nome do acompanhante. É o maior número de drones já utilizado em um show público no Brasil. E, evidente, só poderia ser dele.

A apresentação surge uma vez que um recado claríssimo: o firmamento não é mais o limite para Alok, ele é o cenário. Em plena praia de Copacabana, no momento mais simbólico do ano, o DJ vai transformar a viradela em um espetáculo imersivo, audiovisual, tecnológico e arrebatador, capaz de fazer até quem não tem fé crer que 2026 já começa com luz própria.

O artista, em êxtase, resumiu assim:
“Tocar no Rio é sempre próprio para mim. Voltar para Copacabana carrega um sentimento de reencontro com a cidade, com o público e com a pujança que só o Rio tem. Me sinto honrado em participar disso.”

Honrado ele está. Atordoados ficaremos nós.

A assinatura de Alok uma vez que artista global se confirma mais uma vez: inovação, consciência social, tecnologia aplicada à emoção e uma capacidade quase indecente de transformar simples apresentações em marcos culturais. A expectativa é de que milhões de pessoas assistam ao espetáculo presencialmente ou à intervalo, testemunhando o que promete ser uma das noites mais históricas da orla carioca e, quem sabe, o réveillon mais comentado do planeta.

Copacabana vai tremer. O firmamento vai rutilar.
E Alok, uma vez que sempre, vai entregar além do verosímil.